Negro americano de citas

08-jul-2020 - Explora el tablero de Marisa Lopez 'Arte nativo americano' en Pinterest. Ver más ideas sobre Arte nativo americano, Arte nativo, Arte. Navega perfiles de miembros Mujer aqui en Citas Con Gringos que estan asociados con Negro. Salir con otros miembros que tienen intereses similares es una manera ideal de encontrar que hacer cuando se conozcan. ¡Suscribete a una Cuenta Gra, Citas Con Gringos Historia de los esclavos:Hombres y mujeres de origen africano eran traídos por la fuerza y vendidos como esclavos en América. A diferencia de los indígenas, los esclavos eran considerados propiedad de sus amos y podían ser comprados o vendidos, e incluso marcados o mutilados para impedir sus fugas. Navega listados de usuarios Gay que se unieron a Citas Venezuela que estan asociados con Negro. Salir con otros solteros que tienen intereses parecidos es una manera perfecta de pensar que hacer en una cita. ¡Suscribete a una Cuenta Grati, Citas Venezuela 27-ago-2019 - Explora el tablero de Esther Antonio 'Citas nativos americanos' en Pinterest. Ver más ideas sobre Citas nativos americanos, Frases nativas, Nativos americanos. Después de graduarse en Harvard, donde es el primer afroestadounidense en obtener un doctorado en filosofía, se convierte en profesor de historia, sociología y economía en la Universidad de Atlanta. Du Bois también es uno de los cofundadores de la Asociación Universal Para el Progreso de los Negros . Mira listados de miembros Miembro que se unieron a Citas Uruguay que estan asociados con Negro. Salir con otros solteros que tienen intereses similares es una manera ideal de encontrar que hacer cuando se conozcan. ¡Crea una Cuenta 100% G, Citas Uruguay 20-nov-2019 - Historia...y el legado que aún perdura en las inspiradas frases que nos heredaron... Tenemos que aprender de ellos, esa gente tenía un gran respeto por todo. Esa es la clave, se ha perdido el respeto a la tierra, el aire, animales, personas. Hasta que no les inculquemos el respeto a ntos. hijos que serán los adultos del mañana, NO HAY NADA QUE HACER.... Ver más ideas sobre ... Aviso Importante A partir del 3 de agosto de 2020, la Embajada de Estados Unidos de Norteamérica y los Consulados Americanos en Guadalajara, Monterrey, Tijuana y Hermosillo reiniciarán operaciones de forma limitada para el procesamiento de visas de estudiantes de ciudadanos mexicanos y residentes mexicanos. A partir del 17 de Agosto de 2020, El Consulado Americano en Ciudad Juárez reinició ... Frases y Citas Célebres de Negro (174 frases) ... No importa que sea negro, blanco, hispano, asiático, indio americano, joven, viejo, pobre, rico, capacitado, discapacitado, gay o heterosexual; en Estados Unidos, si está dispuesto a esforzarse, puede conseguir lo que sea” ― Barack Obama.

A Carreira de Christian Pulisic em Números

2020.09.18 07:41 futebolstats A Carreira de Christian Pulisic em Números

Quando cita-se um dos melhores jogadores norte-americanos em destaque no futebol europeu, o nome de Christian Pulisic que atualmente joga pelo Chelsea da Inglaterra e que também joga pela seleção dos Estados Unidos, deve ser levado em conta.
Christian Mate Pulisic nasceu em 18/09/1998 em Hershey, município do estado da Pensilvânia, Estados Unidos. Antes de atuar pelo Chelsea, ele jogou pelo Borussia Dortmund da Alemanha. Porém, o que mais se sabe sobre Pulisic? Quais feitos ele atingiu até aqui? Até onde ele ainda pode chegar?

Juvenil

Apesar de ter nascido em Hershey, Pensilvânia, onde passou a maior parte da sua infância. Kelley e Mark Pulisic – pais de Christian Pulisic – jogavam futebol pela universidade de George Mason. Além disso, o pai de Pulisic também jogou futebol de salão profissional no Harrisburg Heat na década de 1990 e, posteriormente, tornou-se treinador em níveis juvenil e profissional.
Aos 7 anos de idade, Pulisic e a família mudaram-se para a Inglaterra, onde viveram por 1 ano. Quando esteve na Inglaterra, Pulisic jogou pela equipe juvenil do Brackley Town. No ano seguinte, a família Pulisic voltou para os Estados Unidos e assim sendo, o pai de Christian se tornou técnico de um clube de futebol de salão, o Detroit Ignition. Enquanto isso, Christian Pulisic passou a viver em Michigan e com isso, jogou pelo Michigan Rush.
Depois disso, a família voltou para a cidade de Hershey e assim sendo, Pulisic cresceu jogando pelo PA Classics clube local da Academia de Desenvolvimento de Futebol dos EUA (Estados Unidos), e ocasionalmente treinando com o clube profissional local Harrisburg City Islanders, agora conhecido como Penn FC, durante a sua adolescência.

A Carreira de Christian Pulisic em Números

Borussia Dortmund

Categorias de Base

O avô de Pulisic, Mate Pulišić, nasceu na Croácia, na ilha de Olib e assim sendo, Christian se fez valer disso para solicitar a cidadania croata depois de se mudar para a Alemanha, a fim de evitar a necessidade de obter um visto de trabalho alemão.
Em fevereiro de 2015, o Borussia Dortmund – equipe que joga a Bundesliga (1ª divisão do futebol alemão) – contratou Pulisic que tinha apenas 16 anos nessa época, e o clube o designou primeiro para a equipe sub-17 e, no verão do mesmo ano – entre os meses de junho e setembro – o designou para a equipe sub-19. Depois de marcar 10 gols e prover 8 assistências em apenas 15 jogos pelas equipes sub-17 e sub-19 do Borussia Dortmund, Pulisic foi integrado a equipe principal do clube auri-negro após a pausa de inverno da temporada 2015-16.

2015-16

Em janeiro de 2016, enquanto estava treinando com a equipe principal do Borussia Dortmund nas férias de inverno, Pulisic jogou o segundo tempo de 2 amistosos, marcando 1 tento em uma partida e dando passe para gol na outra.
Em 24 de janeiro de 2016, um dia depois de “estrear no banco” do time principal do clube auri-negro, Pulisic jogou os 90 minutos de um amistoso contra o Union Berlim e além disso, fez 1 gol e proveu assistência para um gol.
Em 30/01/2016, em jogo da 19ª rodada da Bundesliga, Thomas Tuchel promoveu a estreia do norte-americano quando o colocou em campo aos 23 minutos da segunda etapa no lugar de Adrián Ramos. Quanto ao jogo, a equipe de Dortmund venceu o Ingolstadt por 2-0.
Em 18/02/2016, no primeiro confronto contra o Porto de Portugal na fase de 16 avos da UEFA Europa League, Pulisic fez a sua estreia em um torneio continental ao substituir Marco Reus aos 42 minutos da segunda etapa. Quanto ao resultado da partida, vitória do Borussia Dortmund por 2-0 no Signal Iduna Park, em Dortmund na Alemanha. Três dias depois, dessa vez em jogo válido pela 22ª rodada do Campeonato Alemão, Pulisic jogou pela primeira vez como titular antes de ser substituído logo após o intervalo de um jogo no qual a equipe auri-negra venceu o Bayer Leverkusen em plena BayArena por 1-0.
Em 10/04/2016, em jogo da 29ª rodada da Bundesliga, pela segunda vez desde que subiu para o time principal do Borussia Dortmund, o norte-americano iniciou entre os titulares no Rieverderby – clássico entre Borussia Dortmund e Schalke 04 -, ficando em campo até os 28 minutos do segundo tempo, quando foi substituído por İlkay Gündoğan. Quanto ao resultado da partida, empate em 2-2.
Em resposta à atuação de Pulisic contra o Schalke, Thomas Tuchel deu a seguinte declaração: _“Ele é um adolescente e em seu primeiro ano de futebol profissional. Os seus 2 primeiros jogos entre os titulares foram em Leverkusen e aqui hoje em Gelsenkirchen – não é a tarefa mais fácil. Isso mostra a nossa enorme gratidão em vê-lo como jogador em tempo integral em nosso time. Ele foi um valioso substituto contra o Werder Bremen e contra o Liverpool da Inglaterra. Ele parecia muito bem recentemente, o que foi provado hoje. É completamente normal que ele não poderia ter jogado com esse ritmo e essa intensidade por mais de 90 minutos.”_Pulisic marcou o seu primeiro gol como profissional em 17/04/2016 em jogo da 30ª rodada da Bundesliga, ao qual o Borussia Dortmund venceu o Hamburgo por 3-0 e com isso, se tornou o jogador estrangeiro mais jovem a marcar um tento na Bundesliga e além disso, também passou a ser o 4º jogador mais jovem a marcar um gol nessa competição; com apenas 17 anos e 212 dias de idade. Na rodada seguinte do Campeonato Alemão, marcou 1 dos gols do triunfo por 3-0 sobre o Stuttgart fora de casa e com isso, o jovem norte-americano bateu mais um recorde, tornando-se o jogador mais jovem a marcar 2 tentos na Bundesliga. Ainda convém lembrar que na vitória sobre o Stuttgart, ele também recebeu o seu primeiro cartão amarelo como profissional.
Em suma, na sua 1ª temporada como jogador profissional do clube auri-negro, Christian Pulisic disputou 12 partidas e fez 2 gols. Quanto ao Borussia Dortmund, foi o vice-campeão da Bundesliga, terminou em 3º lugar na fase de grupos da Liga dos Campeões e em seguida, chegou até as quartas-de-finais da UEFA Europa League.
PdGmACACVMj na temporada 2015-16
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Pd* – Partidas disputadas, Gm – Gols marcados, A – Assistências, CA – Cartões amarelos, CV – Cartões vermelhos e Mj – Minutos jogados

2016-17

No primeiro jogo de Pulisic como titular nessa temporada em 14 de setembro de 2016, o camisa 22 da equipe auri-negra deu o passe para Gonzalo Castro marcar o seu único gol na goleada por 6-0 sobre o Legia Varsóvia da Polônia fora de casa e com isso, se tornou o jogador mais jovem da equipe de Dortmund a jogar uma partida de UEFA Champions League (Liga dos Campeões). Três dias depois, em jogo da 3ª rodada da Bundesliga, Pulisic foi escalado entre os titulares novamente e além de marcar o terceiro gol da goleada por 6-0 sobre o Darmstadt, também proveu assistências para 1 dos 2 gols de Gonzalo Castro e para o gol de Emre Mor.
Em 27/09/2016, em partida válida pela 2ª rodada da fase de grupos da UEFA Champions League, o jovem norte-americano de 18 anos entrou em campo aos 28 minutos do segundo tempo no lugar de Ousmane Dembélé e 14 minutos depois, deu o passe para o gol de André Schürrle evitar a derrota do Borussia Dortmund ante o Real Madrid da Espanha no Signal Iduna Park e assim sendo, as duas equipes ficaram no empate (2-2).
Em 22/10/2016, em jogo da 8ª rodada da Bundesliga, Pulisic entrou em campo no lugar de Ju-ho Park logo após o intervalo e além de marcar 1 dos gols da equipe de Dortmund no empate em 3-3 com o Ingolstadt, também contribuiu com assistência para o gol de Adrián Ramos.
Em 23 de janeiro de 2017, Pulisic assinou um novo contrato com o Borussia Dortmund no qual ele estendeu o seu vínculo com o clube até o ano de 2020.
Em 04/03/2017, em jogo da 23ª rodada da Bundesliga, o camisa 22 da equipe auri-negra marcou o quarto gol da goleada por 6-2 sobre o Bayer Leverkusen e além de ter feito 1 gol, deu o passe para Raphäel Guerreiro fazer o dele nessa partida. Quatro dias depois, o jovem norte-americano marcou o seu primeiro tento em um jogo de Liga dos Campeões, ao qual o Borussia Dortmund venceu o Benfica de Portugal no Signal Iduna Park por 4-0 em partida válida pelas oitavas-de-finais desse torneio e além do gol marcado, deu o passe para 1 dos 3 gols de Pierre-Emerick Aubameyang. Como a equipe de Dortmund havia perdido o primeiro confronto fora de casa por 1-0, o time alemão se classificou para a fase seguinte. Posteriormente, o BVB – Borussia Dortmund – foi eliminado pelo Monaco nas quartas-de-finais.
Em 14/03/2017, em confronto válido pelas quartas-de-finais da Copa da Alemanha, Pulisic marcou o seu 5º e último tento nessa temporada na vitória por 3-0 sobre o Sportfreunde Lotte e com isso, o Borussia Dortmund seguiu adiante nessa competição.
Em 27/05/2017, em partida válida pela final da Copa da Alemanha, o camisa 22 entrou em campo no lugar de Marco Reus após o intervalo e deu o passe para Aubameyang marcar o gol dele no triunfo por 2-1 sobre o Eintracht Frankfurt e com isso, pela 4ª vez na sua história, o BVB se sagrou campeão de uma edição da DFB Pokal (Copa da Alemanha).
Em suma, na sua 2ª temporada no clube auri-negro, Christian Pulisic disputou 43 partidas, fez 5 gols e proveu 13 assistências. Quanto ao Borussia Dortmund, além de se sagrar campeão da Copa da Alemanha, terminou o Campeonato Alemão em 3º lugar e chegou até as quartas de final da Liga dos Campeões.
PdGmACACVMj na temporada 2016-17
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5 gols dos quais 3 foram pela Bundesliga, 1 pela UEFA Champions League e 1 pela Copa da Alemanha

2017-18

Após o fim da temporada 2016-17, Thomas Tuchel deixou o comando do Borussia Dortmund para ser o técnico do Paris Saint-Germain da França e para o lugar de Tuchel, o BVB apostou as suas fichas em Peter Bosz e na estreia do novo treinador em 5 de agosto de 2017, escalou Pulisic entre os titulares e mesmo com o norte-americano não decepcionou e fez 1 dos gols do Borussia Dortmund no empate em 2-2 com o Bayern de Munique na decisão da Supercopa da Alemanha, porém com a persistência desse empate, as duas equipes tiveram de decidir o título nos pênaltis onde o Bayern levou a melhor e venceu por 5-4 e com isso, o Borussia Dortmund teve de se contentar em ser o vice-campeão da Supercopa da Alemanha de 2017.
Em 19/08/2017, o Borussia Dortmund estreou nessa edição da Bundesliga com uma vitória por 3-0 sobre o Wolfsburg em plena Arena Volkswagen e um dos autores dos 3 gols foi o camisa 22 e além do gol marcado nessa partida, também contribuiu com assistência para o gol de Aubameyang.
Em 20/09/2017, em jogo da 5ª rodada da Bundesliga, o jovem norte-americano de 19 anos recém-completados marcou o seu 3º tento nessa temporada na vitória por 3-0 sobre o Hamburgo fora de casa.
Após a derrota por 2-1 ante o Werder Bremen em pleno Signal Iduna Park, chegou-se a um consenso no clube que Peter Bosz não devia permanecer no comando e com a sua saída, em 10/12/2017, Peter Stöger foi anunciado como o novo treinador do Borussia Dortmund.
Em 16/12/2017, em partida válida pela 17ª rodada do Campeonato Alemão, Pulisic marcou o segundo gol da vitória por 2-1 sobre o Hoffenheim.
Em 8 de abril de 2018, em jogo da 29ª rodada da Bundesliga, o jovem norte-americano marcou o seu 5º e último tento nessa temporada no triunfo por 3-0 sobre o Stuttgart.
Em suma, na sua 3ª temporada com a camisa do BVB, Christian Pulisic disputou 42 jogos, fez 5 gols e proveu 7 assistências. Quanto ao Borussia Dortmund, além de ser o vice-campeão da Supercopa da Alemanha de 2017, terminou o Campeonato Alemão em 4º lugar, chegou até as oitavas de final da Copa da Alemanha, terminou em 3º lugar na fase de grupos da UEFA Champions League e posteriormente, foi eliminado nas oitavas de final da UEFA Europa League.
PdGmACACVMj na temporada 2017-18
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5 gols dos quais 4 foram pela Bundesliga e 1 pela Supercopa da Alemanha

2018-19

Após o término da temporada 2017-18, Peter Stöger deixou o comando dos Schwarzgelben – Borussia Dortmund – e para o seu lugar, o clube resolveu apostar as suas fichas em Lucien Favre e sob o comando do novo treinador, em 26 de agosto de 2018, na estreia do Borussia Dortmund na Bundesliga 2018-19, Pulisic iniciou a partida entre os titulares. Quanto ao resultado do jogo, vitória por 4-1 sobre o RB Leipzig.
Em 18/09/2018, na estreia do Borussia Dortmund na fase de grupos da UEFA Champions League 2018-19, o camisa 22 celebrou o seu 20º aniversário marcando o único gol da vitória sobre o Club Brugge da Bélgica fora de casa. Quatro dias depois, mas desta vez em partida válida pela 4ª rodada da Bundesliga, o jovem norte-americano marcou o gol da equipe de Dortmund no empate em 1-1 com o Hoffenheim fora de casa.
Após o gol diante do Hoffenheim na 4ª rodada do Campeonato Alemão, Pulisic só voltou a balançar as redes em 31/10/2018 na vitória por 3-2 na prorrogação sobre o Union Berlin na 2ª fase da Copa da Alemanha.
Devido à preferência de Favre por Jadon Sancho, o camisa 22 passou a ficar mais no banco, apesar de ter sido o titular do time em 5 partidas do time na Liga dos Campeões e assim sendo, começou a circular rumores na mídia de que Pulisic queria se transferir para um outro clube e ainda é importante lembrar que o próprio jogador norte-americano expressou publicamente o seu desejo de “jogar em um clube da Premier League (Campeonato Inglês)”.
No início do mês de janeiro de 2019, o Chelsea da Inglaterra fez uma oferta de 64 milhões de euros (o equivalente a 288,3 milhões de reais) por ele e adquiriu os direitos de transferência do jovem jogador norte-americano, que permaneceu até o final da temporada emprestado ao time do Borussia Dortmund.
Em 4 de maio de 2019, em jogo da 32ª rodada da Bundesliga, o camisa 22 da equipe de Dortmund jogou como titular e marcou o primeiro gol do seu time no empate em 2-2 com o Werder Bremen fora de casa. Na rodada seguinte, em 11/05/2019, o norte-americano marcou o seu último tento com a camisa do Borussia Dortmund na vitória por 3-2 sobre o Fortuna Dusseldörf no Signal Iduna Park.
Em suma, na sua última temporada com a camisa do clube auri-negro, Christian Pulisic disputou 30 partidas, fez 7 gols e proveu 6 assistências. Quanto ao Borussia Dortmund, foi o vice-campeão da Bundesliga 2018-19 e chegou até as oitavas-de-finais da Copa da Alemanha e da UEFA Champions League.
PdGmACACVMj na temporada 2018-19
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7 gols dos quais 4 foram pela Bundesliga, 2 pela Copa da Alemanha e 1 pela UEFA Champions League
Títulos que conquistou no Borussia Dortmund - Copa da Alemanha2016-17
- O vídeo abaixo mostra todos os gols que Pulisic marcou com a camisa do Borussia Dortmund - Este vídeo foi publicado no YouTube há 4 meses atrás por CDNC22

Chelsea

2019-20

Christian Pulisic sendo apresentado como o mais novo reforço do ChelseaEm 2 de janeiro de 2019, Pulisic assinou com o Chelsea da Inglaterra por uma taxa de 64 milhões de euros, em um acordo que o levou a ficar no Borussia Dortmund até o fim da temporada 2018-19. Essa transferência fez de Pulisic o jogador estadunidense mais caro e além disso, a segunda venda mais cara de todos os tempos do clube alemão, atrás apenas de Ousmane Dembélé. Após a sua chegada em julho desse ano (2019), ele falou de seu desejo de repetir as atuações de Eden Hazard e descreveu o atacante belga como um ídolo do futebol. Ainda convém lembrar que Pulisic “abriu mão das férias” após o término da temporada para impressionar Frank Lampard, o atual treinador dos Blues (Chelsea).
Em 11/08/2019, na estreia do Chelsea na atual edição da Premier League, Lampard colocou o norte-americano em campo aos 13 minutos do segundo tempo no lugar de Ross Barkley, mas mesmo com esta e mais outras alterações, os Blues estrearam com uma derrota por 4-0 ante o Manchester United no Old Trafford (estádio do Manchester United). Três dias depois, o Chelsea decidiu o título da Supercopa da UEFA de 2019 contra o Liverpool e diferentemente do jogo anterior, desta vez Pulisic iniciou entre os titulares e deu o passe para Olivier Giroud marcar o primeiro gol dos Blues no empate em 2-2 com os Reds (Liverpool) e com a persistência do empate, o campeão foi conhecido nos pênaltis; vitória dos Reds por 5-4 na disputa por pênaltis.
Pela 10ª rodada do Campeonato Inglês, em 26/10/2019, Pulisic marcou seus primeiros gols com a camisa do Chelsea na vitória por 4-2 sobre o Burnley. O hat-trick – ocorre quando um jogador faz 3 ou mais gols numa mesma partida – foi o primeiro de sua carreira e ele se tornou o segundo jogador estadunidense a conquistar este feito na Premier League depois de Clint Dempsey pelo Fulham em 2012, além disso, também se tornou o jogador mais jovem dos Blues a marcar um hat-trick. Ele também se tornou o primeiro jogador do Chelsea a marcar 3 gols numa partida desde Didier Drogba em 2010. Pulisic marcou gols nas duas rodadas seguintes da Premier League, uma vitória por 2-1 fora de casa contra o Watford e uma vitória por 2-0 no Stamford Bridge sobre o Crystal Palace.
Em 27/11/2019, em partida válida pela 5ª rodada da fase de grupos da Champions League, o estadunidense marcou seu primeiro tento pelo clube nesse torneio no empate em 2-2 com o Valencia da Espanha fora de casa.
Após a 29ª rodada da Premier League, em 8 de março de 2020, devido à pandemia do COVID-19 (Novo Coronavírus), o Campeonato Inglês e a maioria dos campeonatos ao redor do mundo foram paralisados e já recuperado de uma lesão que sofrerá no mês de janeiro, em 21/06/2020, em jogo da 30ª rodada da Premier League, Pulisic entrou em campo aos 10 minutos da segunda etapa no lugar de Ruben Loftus-Cheek e 5 minutos depois, fez o primeiro gol da vitória por 2-1 sobre o Aston Villa. Na rodada seguinte do campeonato nacional, o camisa 22 dos Blues – Pulisic – marcou o primeiro gol da vitória por 2-1 sobre o Manchester City, um resultado que acabou de uma vez por todas com as chances do City na disputa pelo título e confirmou o Liverpool como campeão da Premier League.
Em 01/08/2020, em confronto válido pela final da Copa da Inglaterra, Pulisic inaugurou o placar do jogo, no entanto o Chelsea levou a virada e perdeu por 2-1 para o Arsenal. Apesar de ter se tornado o primeiro jogador estadunidense a marcar na final da competição, mas foi substituído no início do segundo tempo após sofrer uma lesão no tendão.
Em agosto de 2020, Pulisic foi nomeado para a lista de 8 jogadores para o Prêmio de Jogador Jovem da Temporada inaugural da Premier League, que acabou sendo concedido a Trent Alexander-Arnold do Liverpool.
Em suma, na sua 1ª temporada na Inglaterra, Christian Pulisic disputou 34 jogos, fez 11 gols e proveu 10 assistências. Quanto ao Chelsea, além de ter sido vice-campeão da Supercopa da UEFA e da Copa da Inglaterra, terminou em 4º lugar no Campeonato Inglês e foi eliminado nas oitavas-de-finais da UEFA Champions League e da Copa da Liga Inglesa.
PdGmACACVMj na temporada 2019-20
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11 gols dos quais 9 foram pela Premier League, 1 pela UEFA Champions League e 1 pela Copa da Inglaterra

Números de Pulisic na Seleção Norte-Americana

Estados Unidos

Seleções de Base

Assim como muitos outros grandes jogadores, Pulisic também atuou pelas seleções de base do seu país, no caso jogou pelas seleções sub-15 e sub-17 dos Estados Unidos. Ainda é importante mencionar que ele foi o capitão da seleção norte-americana na Copa do Mundo FIFA Sub-17 de 2015 no Chile, onde marcou 1 tento e proveu uma assistência em 3 jogos. Pulisic fez 20 gols em 34 jogos pela seleção sub-17 dos Estados Unidos durante o seu ciclo de 2 anos com o time.

Seleção Principal

Em 27 de março de 2016, Pulisic foi convocado pelo técnico Jürgen Klinsmann para um jogo de Eliminatória da Copa do Mundo FIFA de 2018 contra a Guatemala. Dois dias depois – em 29/03/2018 -, ele fez a sua estreia na seleção principal dos Estados Unidos em uma partida na qual os EUA venceram a Guatemala por 4-0 no Mapfre Stadium, em Columbus, Ohio. Pulisic entrou em campo aos 36 minutos da segunda etapa no lugar de Graham Zusi. Ainda convém lembrar que Christian Pulisic se tornou o americano mais jovem a jogar uma partida de Eliminatória de Copa do Mundo, mas antes disso, também era elegível para jogar pela seleção da Croácia, mas se recusou a fazê-lo.

Copa América Centenário 2016

Em 21/05/2016, Klinsmann anunciou a lista dos 23 jogadores que iriam disputar a Copa América Centenário e o nome de Pulisic estava nessa lista e uma semana depois – em 29/05/2016 -, em um amistoso contra a Bolívia, ele se tornou o jogador mais jovem a marcar um tento pela seleção estadunidense; entrou em campo aos 18 minutos da segunda etapa no lugar de Gyasi Zardes e 6 minutos depois, marcou o 4º e último gols dos Estados Unidos na goleada por 4-0 sobre a seleção boliviana.
Em 04/06/2016, o Estados Unidos estreou na fase de grupos dessa edição comemorativa da Copa América com uma derrota por 2-0 ante a Colômbia. Pulisic jogou os últimos 25 minutos dessa partida. Na rodada seguinte, Pulisic viu do banco a seleção estadunidense vencer a Costa Rica por 4-0 e por fim, ele viu do banco novamente o Estados Unidos vencer o Paraguai por 1-0 e com isso, os norte-americanos se classificaram para a fase de mata-mata da Copa América Centenário 2016.
Nas quartas-de-finais, o Estados Unidos enfrentou o Equador e venceu por 2-1 sem Pulisic. Na fase seguinte – semifinal -, a seleção estadunidense enfrentou a Argentina e mesmo substituindo Chris Wondolowski logo após o intervalo, a joia do Borussia Dortmund nada pôde fazer e com isso, os Estados Unidos perderam por 4-0 e com isso, teve de se contentar com a disputa do 3º lugar da Copa América Centenário 2016.
Na disputa do 3º lugar, o Estados Unidos enfrentou a Colômbia e perdeu por 1-0. Pulisic jogou os últimos 16 minutos dessa partida. Além disso, esta foi a última vez que Klinsmann comando a seleção norte-americana e com a sua saída, quem assumiu o comando dessa seleção foi Bruce Arena.
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Eliminatórias da Copa do Mundo FIFA de 2018

Em 02/09/2016, em um jogo das Eliminatórias da Copa do Mundo FIFA de 2018, Pulisic marcou 2 gols na goleada por 6-0 sobre São Vicente e Granadinas e além dos 2 tentos, deu o passe para o gol de Sacha Kljestan e com isso, Pulisic se tornou o jogador mais jovem a fazer um gol com a camisa da seleção norte-americana em uma partida das Eliminatórias de Copa do Mundo. No jogo seguinte diante de Trinidad e Tobago, Klinsmann escalou Pulisic entre os titulares e assim sendo, o jovem jogador do Borussia Dortmund se tornou o norte-americano mais jovem a ser escalado como titular em uma partida das Eliminatórias da Copa do Mundo. Quanto ao resultado desse jogo, goleada por 4-0 sobre a seleção trinitária.
Em 25 de março de 2017, em mais um jogo das Eliminatórias da Copa do Mundo FIFA de 2018, Pulisic teve uma grande atuação na goleada por 6-0 sobre o Honduras, ao qual marcou 1 tento e proveu assistências para o gol de Sebastian Lletget e para 2 dos 3 gols de Clint Dempsey nessa partida.
Em 08/06/2017, em outro jogo válido pelas Eliminatórias da Copa do Mundo, Pulisic marcou os gols do triunfo por 2-0 sobre Trinidad e Tobago. Posteriormente, a seleção dos Estados Unidos disputou a Copa Ouro de 2017 e mesmo sem Christian Pulisic que estava se recuperando de uma lesão, foi a campeã desse torneio ao bater a Jamaica por 2-1 na final em 27/07/2017. Ainda convém lembrar que mesmo com a conquista do título, Bruce Arena não continuou no cargo de treinador da seleção estadunidense e a “bola da vez” era Dave Sarachan.
Nas duas últimas partidas do hexagonal final que é a última fase das Eliminatórias da Copa do Mundo da CONCACAF – Confederação de futebol responsável pelas seleções da América Central e da América do Norte -, Pulisic marcou 2 gols em cada jogo; gol e assistência na goleada por 4-0 sobre Panamá e o único gol dos Estados Unidos na derrota por 2-1 ante Trinidad e Tobago. Apesar de ter sido o artilheiro do Hexagonal Final, não houve o que comemorar, pois a seleção norte-americana terminou em 5º lugar e com isso, estava fora da Copa do Mundo FIFA de 2018 na Rússia.

Copa Ouro 2019

Em 20 de novembro de 2018, em um amistoso contra a Itália, pela primeira vez desde que passou a atuar pela seleção estadunidense, Pulisic capitaneou o time e apesar da derrota por 1-0 para os italianos, o até então camisa 22 do Borussia Dortmund se tornou o jogador mais jovem a ser o capitão dos Estados Unidos; 20 anos e 63 dias de idade.
A derrota para a seleção italiana causou a demissão de Dave Sarachan e com isso, quem assumiu o comando do time foi Gregg Berhalter e mesmo com a ausência de Pulisic nos amistosos contra Panamá e Costa Rica, a seleção estadunidense venceu os 2 jogos; por 3-0 e 2-0 respectivamente.
Em maio desse ano (2019), Berhalter anunciou a lista final de 23 jogadores convocados para a disputa da Copa Ouro 2019 que realizar-se-ia em 3 países, fase inicial da competição seria sediada na Costa Rica e na Jamaica e posteriormente, os Estados Unidos sediariam a fase final do torneio.
Em 19/06/2019, o Estados Unidos fez a sua estreia nessa edição da Copa Ouro com uma vitória por 4-0 sobre a Guiana. No jogo seguinte, o novo camisa 10 da seleção norte-americana – Christian Pulisic – foi um dos destaques da goleada por 6-0 sobre Trinidad e Tobago ao marcar 1 dos 6 tentos do time e além do gol marcado, proveu assistências para 1 dos 2 gols de Aaron Long e para 1 dos 2 gols de Gyasi Zardes. Por fim, na última rodada da fase de grupos da Copa Ouro 2019, com a vaga para a fase seguinte assegurada, Berhalter optou por descansar alguns atletas, dentre eles, Pulisic que jogou os últimos 25 minutos da vitória por 1-0 sobre o Panamá.
Nas quartas-de-finais, o Estados Unidos enfrentou a seleção de Curação e venceu por 1-0. Pulisic foi o autor da assistência para o gol de Weston McKennie.
Na semifinal, a seleção norte-americana enfrentou a Jamaica e com um doblete – ocorre quando um jogador faz 2 gols numa mesma partida – do camisa 10, venceu a Jamaica por 3-1 e com este triunfo, os Estados Unidos se classificaram para a final da Copa Ouro 2019.
Na final, o Estados Unidos enfrentou o México no Soldier Field, em Chicago e com um gol de Jonathan dos Santos, a Seleção Mexicana venceu a partida e pela 8ª vez, se sagrou campeã de uma edição da Copa Ouro.
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Liga das Nações da CONCACAF 2019-20

Na estreia dos Estados Unidos na fase de grupos desta competição recém-criada em 12 de outubro de 2019, Pulisic marcou de pênalti o último gol da goleada por 7-0 sobre Cuba. Na rodada seguinte da fase de grupos, o camisa 10 e capitão da Seleção Estadunidense jogou o primeiro tempo e parte do segundo no revés por 2-0 ante o Canadá.
Com um total de 9 pontos somados em 4 partidas – 3 vitórias e uma derrota -, os Estados Unidos terminaram na liderança do grupo A e sendo assim se classificaram para a fase de mata-mata desta competição. Devido à pandemia do Novo Coronavírus, esse torneio está momentaneamente suspenso.
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- O vídeo abaixo mostra 9 dos 14 gols de Pulisic com a camisa da Seleção Estadunidense - Este vídeo foi publicado no YouTube há 2 anos atrás por US Soccer Hub

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Prêmios individuais - 50 jovens promessas do futebol mundial de 2015 - Seleção das revelações da UEFA Champions Leagueem 2016 - 15º melhor jogador sub-21 de 2016 (FourFourTwo) - 4º melhor jovem do ano de 2017 (FourFourTwo)

Considerações Finais

Com base em todos os números apresentados até aqui pode-se concluir que Christian Pulisic é um dos “famosos camisa 10 do futuro”. O seu baixo centro de gravidade permite-lhe driblar em alta velocidade e devido a isso, é capaz de chegar a área para concluir a gol e/ou para deixar os companheiros em condições de fazer gols.
E para vocês? Pulisic irá se adaptar ao Chelsea? Ele será um dos melhores meio-campistas em breve?
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2020.08.16 08:12 Samus_ Resumen de r/Uruguay - 2020-08-07

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2020-08-06 07:00 - 2020-08-07 07:00
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2019.07.19 20:35 RadfemXX__ El legado duradero de Florynce Kennedy, luchadora feminista negra

VARIAS DECADAS DESPUÉS de los trastornos políticos de la década de 1960, muy pocas personas reconocen el nombre de la activista y activista feminista negra Florynce "Flo" Kennedy (1916-2000). Sin embargo, durante finales de los años sesenta y setenta, Kennedy fue la feminista negra más conocida del país. Al informar sobre el surgimiento del movimiento de mujeres, los medios de comunicación cubrieron su membresía temprana en la Organización Nacional de Mujeres (NOW), su liderazgo en innumerables protestas en el teatro de guerrillas y su trabajo como abogada ayudando a derogar las leyes restrictivas del aborto en Nueva York. De hecho, la feminista negra Jane Galvin-Lewis y las feministas blancas Gloria Steinem y Ti-Grace Atkinson reconocen a Kennedy por ayudar a educar a una generación de mujeres jóvenes sobre el feminismo en particular y sobre la organización política radical en general.
Sin embargo, el activismo de Kennedy está marginado o completamente borrado de la mayoría de las historias del feminismo de la "segunda ola". Esas raras referencias a Kennedy usualmente la destacan como una de las pocas mujeres negras en el movimiento de mujeres. Kennedy es un ejemplo significativo de la exclusión de los organizadores feministas negros clave de la mayoría de los eruditos feministas en el movimiento: la eliminación de su papel crítico habla de las formas en que la literatura feminista no ha visto a las mujeres negras como progenitoras del feminismo contemporáneo.
En respuesta a tal efecto histórico, este artículo resucita la contribución política de Kennedy al radicalismo de los años sesenta y descubre una política y práctica feminista negra que no solo estaba conectada al movimiento feminista dominante sino que también estaba estrechamente relacionada con la lucha del Poder Negro. Desafía las rígidas dicotomías entre el Poder Negro y los movimientos de mujeres e ilumina la centralidad del feminismo negro y Flo Kennedy para ambos movimientos.
Kennedy afirmó que ella podía "entender mejor el feminismo [y el sexismo] debido a la discriminación contra los negros". Su trabajo en los movimientos negros revela que el movimiento del poder negro es una fuerza significativa en la configuración de las luchas feministas contemporáneas.
La beca del movimiento feminista anterior ignora o subestima las conexiones entre el Poder Negro y las luchas feministas. Los estudios de feministas negras independientes y los movimientos feministas predominantemente blancos citan el aumento de la masculinidad que mantuvo al feminismo y al Poder Negro divididos. No se equivocan al hacerlo, pero posicionar a Black Power como una influencia principalmente antagónica pasa por alto lo que el movimiento podría decirnos sobre cómo las feministas negras y blancas entendieron la liberación y la revolución.
Conectar a las feministas negras y blancas con organizaciones como el Black Panther Party y las Black Power Conferences nos dice mucho sobre cómo las feministas trabajaron para reconstruir la sociedad en la que vivían. Si bien algunos estudios recientes han ayudado a ampliar nuestra comprensión de la relación del movimiento Black Power con el feminismo, todavía hay mucho por entender acerca de las formas en que el movimiento Black Power estuvo conectado al radicalismo feminista. Sostengo que el ejemplo de Kennedy nos obliga a ver cómo las feministas negras y blancas absorbieron las estrategias y teorías que se entendieron que se originaron en las luchas de Black Power.
Florynce Kennedy fue simultáneamente una feminista negra y una activista de Black Power que forjó alianzas entre los movimientos mayormente blancos de feministas y de Black Power durante la posguerra que la historiadora feminista negra Paula Giddings llama la "década masculina".
La década de 1960 fue testigo de un aumento creciente de los llamamientos políticos a la masculinidad negra, ya que muchos radicales del Poder Negro exigieron que las mujeres negras asumieran un papel auxiliar para los hombres negros y dirigieran su energía hacia la familia. Kennedy, como otras feministas negras, criticó estas normas de género anticuadas. A pesar de sus críticas a Black Power y su estrecha relación con la lucha feminista, Kennedy continuó trabajando dentro del movimiento Black Power como abogada y activista.
Muchos defensores de Black Power también criticaron el movimiento de mujeres predominantemente blancas, argumentando que el feminismo era divisivo, racista y una desviación. Los organizadores de Black Power a menudo acusaban a las feministas negras de simplemente imitar las directivas feministas blancas. Sin embargo, Kennedy sostuvo que un movimiento dedicado a terminar con la opresión sexista era vital tanto para las mujeres como para los hombres. Trabajó en organizaciones feministas predominantemente blancas (como NOW y el Movimiento 17 de octubre) durante las décadas de los sesenta y setenta y en organizaciones feministas negras independientes (como la Organización Nacional de Feministas Negras y Mujeres Negras Unidas para la Acción Política) en los años setenta y ochenta.
Años más tarde, Kennedy comentó lo que muchos vieron como la incompatibilidad entre sus diversos lugares políticos, y señaló que a pesar de su estrecha relación con el movimiento feminista y las feministas blancas, los organizadores de Black Power nunca la obligaron a "separarse ... como feminista del movimiento negro". "Esto se debió en parte a que el feminismo que propugnaba estaba profundamente arraigado en las teorías de la lucha del Poder Negro, en particular su compromiso de acabar con la supremacía blanca y el imperialismo.
Además, como muchos otros radicales, veía al movimiento Black Power como el movimiento de vanguardia de la era. Su trabajo dentro de organizaciones feministas blancas enfatizaba el racismo desafiante. Gran parte del activismo y la escritura de Kennedy ejemplifican cómo maniobraba entre lo que la mayoría de los observadores y eruditos contemporáneos ven como movimientos de oposición inherente, en un intento de extender el Poder Negro fuera de los círculos del Poder Negro a espacios principalmente feministas blancos.
La mitad de los años sesenta fue un momento decisivo tanto para el poder negro como para los movimientos de mujeres. Organizaciones de derechos civiles como SNCC y CORE comenzaron a promover estrategias nacionalistas negras. A través de los esfuerzos de estas y otras organizaciones, el movimiento Black Power comenzó a ocupar el escenario nacional y eclipsó al movimiento por los derechos civiles como líder de la lucha por la libertad de los negros.
Este período fue igualmente crucial para el movimiento de mujeres predominantemente blancas. NOW se fundó en 1966, y varios capítulos locales y grupos de estudio y organizaciones de mujeres surgieron en todo el país poco después. El rápido crecimiento de ambos movimientos forzó cambios en la relación entre las organizaciones radicales y liberales de la posguerra: en 1967, tanto las defensoras del poder negro como las feministas intentaban definir nuevas agendas y repensar sus vínculos con la lucha más amplia de la posguerra. Surgieron oportunidades para las alianzas entre los dos.

El radicalismo temprano de Florynce Kennedy

Nacido en 1916 en Kansas City, Missouri, Kennedy fue criada por padres de clase trabajadora que enseñaron a sus hijas a desafiar a la autoridad blanca en todo momento. En 1942, Kennedy se mudó de Kansas City a Nueva York, donde encontró orientación política para las lecciones que había aprendido a los pies de sus padres iconoclastas.
A la edad de 26 años, Kennedy llegó a Nueva York con la esperanza de beneficiarse de las pocas oportunidades de guerra que ahora están abiertas para los afroamericanos y las mujeres. El ambiente intelectual y político de la ciudad era un escape de la monotonía del mercado laboral no calificado de Kansas City, donde ella había trabajado como operadora de ascensores y doméstica. Fue en el medio político y social de la ciudad de Nueva York, mientras estudiaba en la Universidad de Columbia y en su Facultad de Derecho, y luego como una abogada en ciernes, Kennedy alcanzó la madurez política.
Aunque el trabajo y las clases de Kennedy le dejaron poco tiempo para la organización política, aprovechó al máximo las corrientes radicales de Columbia y se inscribió en cursos sobre socialismo y comunismo. También se movió a través de los movimientos sociales de la ciudad, asistiendo a los discursos de Adam Clayton Powell en Harlem y los mítines del candidato presidencial del Partido Progresista Henry Wallace, y leyendo vorazmente literatura antiimperialista y antirracista. La experiencia de Kennedy entre la avalancha de mujeres, en su mayoría blancas, que ingresaron en la Universidad de Columbia durante la Segunda Guerra Mundial, y que no pudieron ser admitidas después de la guerra, la llevaron a conectar la opresión de las mujeres blancas y los negros. Comenzó a ver una alianza de los dos como una fuerza que podría aprovecharse contra la hegemonía masculina blanca.
Cuando Kennedy se graduó de la Escuela de Derecho de Columbia en 1951, se convirtió en una de las pocas mujeres negras que ejercen la abogacía en la ciudad. En 1954, abrió su propia empresa en defensa de los derechos de los artistas negros (como Billie Holiday) que habían sido atacados en función de la importancia política de su trabajo. A principios y mediados de la década de 1960, Kennedy comenzó a trabajar con organizaciones de derechos civiles (los miércoles en Mississippi); organizaciones izquierdistas blancas (Partido Mundial de los Trabajadores); y organizaciones nacionalistas negras (Organización de la Unidad Afroamericana). Publicó una columna semanal en Queens Voice, un periódico local de Black, y presentó "Opinions", un programa político de 30 minutos en la radio WLIB.

El racismo es "mortal": el movimiento del poder negro debería liderar

Mientras Kennedy abogaba por terminar con todas las formas de opresión, en última instancia, creía que el racismo daba forma a las relaciones de poder de los Estados Unidos y, por lo tanto, era la prueba de fuego para la democracia estadounidense. Al igual que los líderes de Black Power y otros radicales negros como Malcolm X, Ella Baker y WEB Dubois, Kennedy creía que el racismo afectaba cada problema social importante: la explotación del trabajo, la vigilancia de las trabajadoras sexuales, el abuso de las minorías sexuales y la opresión de las mujeres. Un grupo.
Con frecuencia, Kennedy utilizó el término "niggerización" como sinónimo de opresión, una estrategia retórica destinada a obligar a las personas oprimidas a comprender cómo se podrían implementar técnicas racistas contra todas las personas oprimidas. Aunque Kennedy entendió que las opresiones estaban interconectadas, argumentó que "el racismo siempre será peor que el sexismo hasta que encontremos feministas baleadas en la cama como [las panteras negras] Mark Clark y Fred Hampton". Y al igual que otros líderes del Poder Negro y algunos izquierdistas blancos, argumentó eso porque los negros comenzaron esta revolución "y pasaron más tiempo en las líneas del frente, el movimiento del Poder Negro tenía un derecho moral al estado de vanguardia dentro de la lucha más amplia.
Aunque Kennedy privilegió los movimientos de liberación negra y la opresión racial, ella aún argumentó que no importaba qué opresión era más letal: todos "dolían como locos". En su opinión, la mejor estrategia era conquistar todas las formas de explotación. Kennedy creía que un ataque constante y constante contra todas las formas de opresión desde una variedad de frentes organizacionales ayudó a acelerar el cambio revolucionario. La teoría de Kennedy sobre la opresión desafiante ayuda a explicar por qué trabajó en una amplia gama de organizaciones y movimientos a lo largo de su carrera política.
Su teoría sobre la opresión desafiante también ayuda a explicar su relación con las organizaciones de izquierdas blancas, específicamente feministas blancas. Mientras trabajaba en espacios de izquierda predominantemente blancos, ella exigió que los activistas blancos se enfocaran en acabar con el racismo y apoyar la lucha del Poder Negro. Con frecuencia instruyó a los radicales blancos sobre la importancia de entender cómo circulan el poder y la fuerza en los Estados Unidos:
"Si pruebas las vallas de esta sociedad y te atreves a influir en la dirección de esta, saben que te refieres a negocios por el grado en que te identificas con la revolución negra ... Si quieres comunicar absolutamente la profundidad de tu determinación de derribar". esta sociedad que está comprometida con el racismo, luego indica la determinación de frustrar el racismo con una coalición con la lucha revolucionaria negra ".

La Conferencia del Poder Negro

Cuando SNCC y CORE comenzaron a popularizar el término "Poder Negro" en 1966, Kennedy dio la bienvenida a las ambiciones de los jóvenes radicales. Esperaba que pudieran aprovechar el potencial revolucionario de la afirmación del Poder Negro de que los negros constituían una sola comunidad dentro de los Estados Unidos y, por lo tanto, tenían derecho a cambiar las relaciones de poder.
Durante la primavera y el verano de 1967, Kennedy asistió a las sesiones de planificación de la Conferencia Black Power celebradas en Newark. Junto a los líderes de Black Power, como Omar Ahmed, Nathan Wright y Amiri Baraka, ella desarrolló talleres, invitó a delegados negros de los Estados Unidos y del extranjero, y ayudó a crear un plan de publicidad.
La rebelión de Newark que se produjo solo días antes de la reunión ayudó a virtualmente triplicar las tiradas de inscripción de la proyección inicial de 400 participantes. Desde el 20 de julio hasta el 24 de julio de 1967, más de 1,000 personas negras acudieron a Newark. La rebelión y los numerosos negros que descendieron en la convención obligaron a los organizadores a utilizar el concepto de Black Power como herramienta para el cambio revolucionario.
Para Kennedy, la conferencia de Newark y las siguientes Conferencias sobre el Poder Negro fueron importantes porque enfatizaron el uso del poder colectivo por parte de los negros para desafiar el racismo y el imperialismo estadounidenses. A través de estas conferencias, Kennedy definió más completamente su pensamiento sobre el poder y la capacidad de las personas oprimidas para usar la fuerza de su grupo. Ella abogó por una forma de pluralismo del Poder Negro representado por líderes tan diversos como Malcolm X (después de su separación de la Nación del Islam), Adam Clayton Powell y Nathan Wright.
Los pluralistas del Poder Negro argumentaron que Estados Unidos estaba monopolizado por el poder blanco, que históricamente había servido para evitar que los afroamericanos se liberaran; para que los negros desafiaran este opresivo monopolio, necesitaban avanzar hacia una posición de fuerza comunitaria. La mayoría de los pluralistas creían que podían transferir su solidaridad racial y su poder al poder de decisión nacional y local. Sostuvieron que, como resultado, los negros, la nación y el mundo se transformarían para mejorar.
Kennedy no atribuyó a ningún otro movimiento tanto potencial para ilustrar las contradicciones de la democracia estadounidense y, por lo tanto, a la hora de articular los principios democráticos no solo para los negros, sino para todos. Al igual que muchos otros radicales, vio el desarrollo del poder chicano, nativo americano y femenino como una consecuencia esperada del énfasis de Black Power en la liberación y la autodeterminación.
Como co-facilitador (junto con Ossie Davis) del taller de medios de la conferencia, Kennedy usó la sesión para discutir estrategias para desafiar a los medios, destacando la importancia de compartir información táctica a través de líneas de movimiento. No mucho después de que comenzara el taller, Kennedy fue interrumpida por una conmoción en la parte posterior de la sala. La reina madre Moore estaba de pie exigiendo que se les pidiera a dos intrusos blancos que estaban sentados en la última fila que se fueran.
Moore, que había fundado el Comité de Reparaciones en 1962, era una voz poderosa en los círculos nacionalistas negros. Su voz bramó por toda la habitación: "¡Estas mujeres blancas tienen que salir! ¡Esta reunión es solo para negros! ”Los activistas sentados en las primeras filas se dieron vuelta para ver a las feministas blancas y miembros de NOW, Ti-Grace Atkinson y Peg Brennan, encogiéndose en sus asientos mientras Moore estaba sobre ellos.
Desde el escenario, Kennedy salió rápidamente en su defensa: “¡Estos son mis invitados! ¡No invito a las personas a algún lugar y luego les digo que se vayan! "Pero a Moore ya los demás asistentes no les importaba a quiénes eran las invitadas, solo querían que salieran. El movimiento del Poder Negro iba a ser diferente a la lucha por los derechos civiles, donde se alentaba directamente la participación de los blancos. En contraste, Black Power promovió la política negra independiente, y la participación de los blancos en la conferencia amenazó con interrumpir este objetivo.
A medida que la discusión entre Kennedy y Moore se intensificó, la sala se tensó y los cuerpos comenzaron a levantarse de sus asientos. Atkinson recuerda a alguien en la multitud que amenaza con matar a Kennedy por traer a las mujeres blancas a la Conferencia del Poder Negro. "Haz lo que tienes que hacer", respondió Kennedy. "He vivido mi vida".
Otro invitado no deseado en la sala escapó de la indignación centrada en Atkinson y Brennan. El agente del FBI que monitoreaba a Kennedy en la conferencia notó cómo se hizo más fuerte y más beligerante mientras "dirigía la blasfemia contra los negros presentes, y se negó a pedirle a los blancos presentes que se fueran".
Temerosa de lo que podría suceder a continuación, Brennan "salió de allí rápido". Cuando Kennedy vio que Brennan se iba, le ordenó a Atkinson que "se quedara donde está". Temblorosa, Atkinson se congeló, sin atreverse a abandonar su silla. Para su sorpresa, Moore y sus partidarios finalmente cedieron. Kennedy y los otros facilitadores regresaron a sus presentaciones con Atkinson escuchando en silencio, mirándose los pies.
Años más tarde, Atkinson describió su decisión de asistir a la conferencia como "loca". Sin embargo, ella estaba profundamente agradecida por la oportunidad que Kennedy le brindó para presenciar el movimiento del Poder Negro durante sus años de formación. Escuchar a activistas negros trazar estrategias y formular resoluciones de talleres "transformó" su creciente política feminista. Atkinson comentó:
“Ella siempre estaba tratando de unirlo y [tengo que decirlo] de muchas maneras, tal vez fue una mala idea, torpe o difícil. Pero, es por eso que personas como yo realmente se transformaron no solo en términos de política en general, sino a causa de mi feminismo. Profundizó todo ".
Kennedy comenzó a ayudar a las feministas blancas a aprender del movimiento Black Power cuando se unió al capítulo de NOW en Nueva York solo ocho meses antes de la Conferencia de Black Power. Con frecuencia invitó a jóvenes feministas como Atkinson, Brennan y Anselma Dell'Olio a Black Power y a las reuniones y marchas en contra de la guerra de Vietnam.
Atkinson recuerda cómo Kennedy quería que las jóvenes feministas fueran testigos de "un grupo de personas en transición y en evolución". La confrontación en el taller de la conferencia revela mucho sobre el valor que Kennedy asignó a las feministas blancas que aprenden de la lucha del Poder Negro y se convierten en un brazo adicional. En la batalla por derrotar al estado represivo.

“Estábamos observando y copiamos”

Solo unas pocas semanas después, Kennedy y otros delegados de Black Power Conference asistieron a la primera convención de la Conferencia Nacional para Nuevas Políticas (NCNP) en Chicago del 31 de agosto de 1967 al 1 de septiembre de 1967. Los organizadores blancos de la conferencia especialmente esperaban que la reunión Uniría el poder negro y los movimientos de derechos civiles con los liberales blancos y los movimientos de paz radicales.
Frustrados por el hecho de que la conferencia no incluyera a los negros en la etapa inicial de planificación, algunos delegados negros salieron y anunciaron su propia convención. La mayoría, quienes se quedaron, formaron su propio Black Caucus y exigieron apoyo para las resoluciones de la Conferencia de Newark, la organización de comités de "civilización blanca" en comunidades blancas para eliminar el racismo, apoyo para todas las guerras de liberación nacional en todo el mundo y 50% de poder de voto en todos. comités
Si bien muchos organizadores blancos apoyaron estas demandas, surgió un gran debate sobre la provisión del 50%, dado que los negros conformaban solo el 15-20% de los delegados. La mayoría de los reporteros de noticias y algunos izquierdistas blancos consideraron que la aceptación de las demandas les da a los negros una ventaja injusta y antidemocrática. Sin embargo, para los conferenciantes del Black Caucus, era importante que las personas negras que lucharon en las líneas del frente y enfrentaran la peor parte de los ataques del estado recibieran un poder significativo en el liderazgo del movimiento.
En un ensayo publicado en Islamic Press International News Gram, Kennedy desafió a los "delegados disidentes" ya los reporteros que argumentaron que dar a los negros el 50% de los votos significaba que los activistas blancos tenían "lamer las botas", afirmando que "la gente blanca no "No se lame las botas cuando hacen una buena alianza, señor racista". El "ascenso constructivo del poder negro puede ser la única esperanza que tiene Estados Unidos", explicó. Los organizadores como Kennedy, Jim Forman y H. Rap ​​Brown querían que la izquierda blanca entendiera que para ser aliados efectivos antirracistas, los activistas blancos en el NCNP tenían que comprender la importancia de la autodeterminación negra.
La protesta del Black Caucus proporcionó un marco para que las feministas entendieran cómo organizarse por separado, inspirando a las mujeres a crear su propia agenda que desafiara la hegemonía del liderazgo masculino, tanto en la convención como en el nuevo movimiento de izquierda en general.
Participantes como Kennedy, Jane Adams (SDS), Shulamith Firestone, Ti-Grace Atkinson y Jo Freeman (SCLC) habían participado activamente en organizaciones o grupos de estudio que discutían la liberación de las mujeres y que a menudo también trabajaban en derechos civiles y / o nuevos movimientos de izquierda. La mayoría de estas mujeres asistieron al Taller de Mujeres de NCNP. Sin embargo, algunos sintieron que sus líderes se enfocaron más en desafiar la guerra que en enfrentar la opresión sexista.
Según Freeman, ella y Firestone se quedaron despiertos toda la noche, creando nuevas resoluciones que tomaron una postura más directa contra la opresión de las mujeres. Siguiendo el ejemplo del Black Caucus, exigieron el 51% de los votos de la convención, argumentando que las mujeres representaban el 51% de la población. También insistieron en que la convención apoya la igualdad total de las mujeres en la educación y el empleo, condena a los medios de comunicación masivos por perpetuar los estereotipos de las mujeres, se une a varias luchas de liberación y reconoce que la mayoría de las mujeres negras están doblemente oprimidas.
Las mujeres amenazaron con atar la conferencia con mociones de procedimiento si sus resoluciones no se debatían en el piso de la convención. Los organizadores de la conferencia finalmente concedieron y agregaron las resoluciones de las mujeres a la agenda. Sin embargo, William Pepper, director ejecutivo de NCNP, despidió rápidamente a las mujeres cuando llegó el momento de leer sus resoluciones.
Frustradas, varias mujeres corrieron hacia el micrófono e intentaron hacer oír sus resoluciones. En un movimiento infame, Pepper le dio a "Shulie [Firestone] una palmadita en la cabeza y dijo: 'Muévete, niña, tenemos más temas importantes que hablar aquí que la Liberación de la Mujer'". Este incidente vino a representar la "génesis" del radical. Movimiento de liberación predominantemente de mujeres blancas.
Kennedy había acogido con satisfacción la creación de un Taller para Mujeres e insistió en que la opresión de las mujeres se abordara en el piso de la convención. De hecho, al mismo tiempo que Freeman y Firestone escribían sus resoluciones, Kennedy estaba en su habitación de hotel entrenando a Atkinson para que escribiera y difundiera una declaración que abordara las conexiones entre sexismo, racismo e imperialismo. Cada noche, Kennedy regresaba a la habitación y compartía sus experiencias con Black Caucus con Atkinson y otras feministas blancas de NOW. Atkinson notó que Kennedy tenía una "profunda ... influencia ... en algunos de nosotros ... estábamos observando y copiamos" la estrategia del Black Caucus.
Años después, Atkinson y Brennan recordaron que Kennedy les ayudó a comprender la importancia de apoyar a otros movimientos sociales como parte de su política feminista. Atkinson describió cómo Kennedy impulsó a las feministas blancas a apoyar los movimientos negros porque para "Flo, [fue] fue realmente fundamental ... expandir la comprensión y el apoyo".
Kennedy vio la organización feminista en la conferencia como el tipo de préstamo práctico de tácticas de movimiento que debían llevarse a cabo entre los organizadores. Tanto Kennedy como Atkinson esperaban que las participantes (en su mayoría blancas) del Taller para Mujeres siguieran luchando para acabar con el racismo, el sexismo y el imperialismo después de abandonar la conferencia.
La declaración que Kennedy dirigió a Atkinson para escribir enfatizó las luchas que los negros estaban librando en la conferencia y en todo el país, describiendo la opresión racial como el problema más "justificable de inmediato". Pero la declaración fue un paso más allá al argumentar que "la discriminación contra los negros debería recordarnos la discriminación que afecta a las mujeres".
Usando estadísticas de la declaración de propósitos de NOW, Atkinson y Kennedy descartaron la idea popular de que las mujeres no eran un grupo oprimido. Instaron a las participantes del Taller de Mujeres a seguir el liderazgo del Caucus Negro y presionar por su propia liberación.
A través de una lista detallada de sugerencias para la "acción inmediata", Atkinson y Kennedy enfatizaron las conexiones entre la opresión específica de las mujeres y la responsabilidad de las mujeres de apoyar a los movimientos sociales en general. Llamaron especialmente la atención sobre el hecho de que las mujeres no eran solo blancas. La declaración también repitió los puntos de Kennedy de que las mujeres deberían entender su "poder de compra" como consumidoras y "hacer cumplir sus demandas sobre los medios de comunicación, las empresas y el gobierno irresponsables"; participar en todas las actividades que afectan a la comunidad; y “asumir el liderazgo en autodeterminación para mujeres y niños”.
Sin embargo, fue una de las últimas sugerencias que subrayó más plenamente la comprensión de Kennedy sobre las formas en que las mujeres blancas deberían participar en la organización feminista. Como mantuvieron las feministas, sostuvo Kennedy, su política exigía que fueran tanto antirracistas como antiimperialistas, y que estuvieran firmemente unidas con estas luchas:
“Las mujeres de la Nueva Política deben asumir su responsabilidad política apoyando activamente las protestas como las que se oponen al proyecto y las de las comunidades negras. Este apoyo se debe demostrar activamente mediante la protesta contra las actividades policiales delictivas y la comparecencia en los procedimientos de la sala de tribunal [sic] que involucran a los defensores del proyecto, los manifestantes negros o los acusados. Las mujeres deben aumentar su apoyo a quienes soportan la carga real de sus compromisos morales declarados ".
Con el cierre del NCNP, Kennedy regresó a Nueva York, donde continuaría vinculando el feminismo, el antirracismo y el antiimperialismo como miembro de NOW.

AHORA y el poder negro

Aunque NOW se fundó en Washington, DC en 1966, el capítulo de Nueva York fundado en enero de 1967 se convirtió rápidamente en el ala más grande y activa. Kennedy junto con las feministas negras Shirley Chisholm y Pauli Murray y las feministas blancas Kate Millet y la presidenta nacional de NOW, Betty Friedan, fueron todas las primeras miembros de NOW.
Kennedy se unió al grupo con el objetivo de trabajar con mujeres y hombres en temas que afectan a todas las mujeres. Para ella, eso significaba no solo desafiar la discriminación sexista en el trabajo y las leyes reproductivas represivas, sino también protestar por la guerra de Vietnam y luchar por la liberación de los negros. Estaba especialmente centrada en las feministas blancas que apoyaban el movimiento Black Power.
Tanto Kennedy como Atkinson se inspiraron en el éxito del Black Caucus al aprobar sus resoluciones en el NCNP y querían continuar la discusión de la conferencia sobre Black Power en casa. Con esto en mente, Atkinson sugirió que se realice un panel en la reunión de AHORA en noviembre para discutir la relación de Black Power con el movimiento de mujeres. Kennedy y Atkinson invitaron a los organizadores de la Conferencia Newark Black Power, Nathan Wright y Omar Ahmed, así como a Betty Shabazz y una delegada del Comité Negro de NCNP, Verta Mae Smart-Grosvenor.
Las actas del capítulo de la reunión brindan ideas extrañas sobre lo que algunas feministas blancas sacaron de la discusión. Junto al nombre de cada orador, la secretaria de NOW describió brevemente la afiliación del orador al movimiento Black Power y registró las impresiones generales de su presentación. Para el líder de Black Power, Nathan Wright, ella escribió burlonamente lo que creía que era la suma total de su charla: "¡Tú me estás presionando!"
La mímica bastarda del dialecto negro ilustra las maneras desdeñosas en que algunas feministas blancas vieron a Black Power y sus preocupaciones, al no desafiar su propio racismo. Además, proporciona información sobre la cultura organizativa represiva de NOW y las luchas de poder interpersonales y racistas que plagarían a la organización.
Aunque el liderazgo de NOW no estaba interesado en el panel de "Poder Negro y Mujeres", Friedan todavía esperaba que Atkinson pudiera ser un activo para la junta directiva del grupo. Ella veía a Atkinson como un protegido que eventualmente superaría su curiosidad sobre el Poder Negro y el radicalismo de los sesenta que Kennedy había provocado. Friedan confiaba en que el "acento de la línea principal y el buen aspecto rubio de Atkinson sería perfecto ... para recaudar dinero" de otras mujeres blancas. Con estas esperanzas en mente, Friedan votó por Atkinson para asumir la presidencia del capítulo de AHORA en Nueva York.
No pasó mucho tiempo antes de que ella lamentara su decisión. En unos meses, Friedan se cansó de los continuos intentos de Kennedy y Atkinson de radicalizarse AHORA. Ella vio la fascinación de Atkinson por el radicalismo militante como un obstáculo potencial para el crecimiento del movimiento feminista y también fue muy crítica con el nuevo movimiento de liberación de las mujeres.
Para el verano de 1968, grupos como New York Radical Women y Cell 16 organizaban protestas y grupos de estudio desafiando las ideas tradicionales sobre la condición de mujer. Friedan creía que estas mujeres "hippies" tomaban prestados demasiado del Poder Negro y los nuevos movimientos de izquierda y "debido a que habían cortado sus ojos políticos sobre las doctrinas de la guerra de clases aplicadas al problema de la raza, trataron de adaptar demasiado literalmente la ideología de Guerra de clases y raza a las situaciones de las mujeres ".
Así, según Friedan, las feministas radicales como Atkinson socavaron el movimiento de mujeres con sus ideas abstractas del separatismo de las mujeres, "manhat" y "guerra sexual". Esta insistencia en dividir las preocupaciones feministas "legítimas" del interés de las feministas radicales en el Poder Negro y la nueva El radicalismo de izquierda plagó el capítulo de Nueva York AHORA. El conflicto llegó a un punto crítico durante la reunión de miembros del 17 de octubre de 1968.

Formando el movimiento del 17 de octubre

La tensión entre el liderazgo nacional de NOW y las feministas radicales en el capítulo de Nueva York había crecido constantemente desde el panel "Black Power and Women". Se agudizó después de que Atkinson y Kennedy tomaron la causa de Valerie Solanas. Solanas fue la autora del Manifiesto de SCUM [Sociedad para Cortar Hombres] y le disparó a Andy Warhol porque ella afirmó que la había estafado.
Ese verano Kennedy accedió a representar a Solanas. Ella y Atkinson intentaron pintar a Solanas como una feminista radical que tomaba las armas contra la opresión sexista. Friedan estaba enfurecido de que ellas y otras feministas de NOW se estaban alineando con esta causa o con el radicalismo en general.
Mientras tanto, las feministas más radicales de NOW estaban discutiendo formas de transformar la organización para que luchara no solo por "poner a las mujeres en posiciones de poder" sino por "destruir las posiciones de poder". Friedan trató de evitar que los "locos" tomen el control La organización votando en contra de la reelección de Atkinson a la presidencia.
Friedan creía que Atkinson sabía que no la reelegirían, y que, en un esfuerzo por frustrar lo inevitable, "presentó una propuesta para abolir el cargo de presidente y la elección democrática de oficiales ... que permitiría a los 'locos' hacerse cargo y manipular las decisiones, sin rendir cuentas a la membresía ”. Atkinson, por otro lado, recordó su propuesta de reestructurar la presidencia como un esfuerzo para ayudar a AHORA a ser más eficiente y para mantener el ritmo del modelo participativo de liderazgo que era una filosofía común que circulaba En negro y nuevos movimientos de izquierda.
Unos días antes de la reunión de miembros de NOW, un pequeño grupo de feministas radicales se reunieron en el departamento de Atkinson para discutir cómo podrían impulsar al capítulo en una nueva dirección y resolver el creciente faccionalismo. Algunas de las mujeres incluso amenazaron con abandonar la organización si no aprobaban su moción de presidentes rotativos.
En el día de la reunión de miembros, Atkinson permaneció en silencio mientras Kennedy y otros "instaron a un experimento en democracia participativa". Kennedy recuerda que la discusión fue muy polémica cuando algunos de los líderes de NOW comenzaron una letanía de "abucheos y silbidos" como las feministas radicales. Presentaron sus ideas. No en vano, la moción para crear una presidencia rotativa fue derrotada.
Atkinson abandonó la reunión suponiendo que sus compañeras feministas cumplirían su amenaza original de renunciar. Ella fue a su casa y escribió una carta para renunciar a NOW y un comunicado de prensa que criticaba a NOW por "abogar por la jerarquía de oficinas" y por no entender que "la lucha contra las relaciones de poder desiguales entre hombres y mujeres exige luchar contra el poder desigual en todas partes". Pronto se dio cuenta de que "Fue el único que renunció". Atkinson recordó que Friedan estaba "conmocionado porque ... [ella] pensó que todas las mujeres jóvenes se iban a ir con [yo]". Alentada por este descubrimiento, Friedan procedió a hacer declaraciones públicas que describían cómo Atkinson se fue ahora solo.
Kennedy nunca había prometido irse AHORA si la votación era derrotada. Tenía la intención de quedarse aunque no estaba satisfecha con el resultado de la reunión. Pero una vez que Friedan publicó declaraciones que ridiculizaban a Atkinson como marginal e insignificante para el movimiento de mujeres, ella cambió su curso y renunció de inmediato. "Vi la importancia de un movimiento feminista", dice, "y me quedé allí porque quería hacer todo lo posible para mantenerlo vivo, pero cuando vi lo retardado que era AHORA, pensé: 'mi Dios, quién necesita ¿esta?'"
La carta de renuncia de Kennedy enumera muchas razones para abandonar AHORA, en particular el hostigamiento de las feministas radicales que intentaron empujar a la organización en una dirección más progresista. Kennedy estaba indignada por el racismo de Friedan y su fracaso en apoyar la liberación de los negros y los movimientos contra la guerra. Kennedy sostuvo que ella no era el tipo de activista que luchó por el control de una organización y en momentos como estos, recordó haber pensado: "No puedo perder mi tiempo en esta mierda" y, a menudo, se fue y estableció una [nueva ] comité ".
Atkinson y Kennedy fueron los únicos dos miembros que renunciaron oficialmente a NOW, formando un nuevo grupo feminista radical, el Movimiento 17 de Octubre (llamado así por el día que Atkinson se fue AHORA). La historia del Movimiento 17 de octubre ocupa un lugar destacado en el nacimiento de la lucha feminista radical predominantemente blanca y se cita comúnmente como un ejemplo de la división entre el feminismo liberal y radical, o entre las generaciones mayores y más jóvenes de feministas blancas.
Falta de esta historia que a menudo se cuenta es la centralidad de la feminista negra Flo Kennedy y su liderazgo para ayudar a las jóvenes feministas a adoptar una visión más amplia del feminismo. De hecho, el Movimiento 17 de octubre reflejó la preocupación de Kennedy de que el movimiento feminista se concentre en las conexiones entre sexismo, imperialismo y racismo. Atkinson a menudo describió el Movimiento 17 de octubre como "una coalición de acción del movimiento estudiantil, el movimiento de mujeres y el movimiento negro" y decidió acabar con todas las formas de opresión.
Si bien el fracaso de NOW en ver el feminismo en términos más integrales ayudó a impulsar la creación del Movimiento 17 de octubre y el feminismo radical, Kennedy se mantuvo firme en el otro extremo, ayudando a empujar a las jóvenes feministas blancas hacia una praxis feminista negra interseccional que centraba la atención en Black Power. .
La historia de cómo Black Power y Flo Kennedy influyeron directamente en el movimiento feminista radical en su mayoría blanco nos ayuda a mover el feminismo negro y Black Power fuera de los márgenes de la segunda ola de la historia del movimiento feminista y acercarnos a su centro. Mientras que el Movimiento 17 de octubre cambiaría su nombre a The Feminist y perdería gran parte de su agenda ideológica antirracista, y por lo tanto todos sus miembros negros, sus orígenes ofrecen una ventana a un momento en que las feministas blancas radicales intentaron crear una feminista negra. praxis interseccional.
Como fundadora del movimiento feminista radical, Kennedy insistió en que el movimiento está a la altura de su título "radical" al mirar más allá de un enfoque limitado en la opresión de las mujeres blancas. Su historia también demuestra que si bien los movimientos y las organizaciones de los años sesenta a menudo levantaban muros, esos límites (especialmente durante el período incipiente) eran mucho más porosos de lo que los estudiosos han reconocido previamente.
Florynce Kennedy fue una fuerza importante en la fertilización cruzada de ideas de movimiento y la forja de importantes alianzas políticas. Ella entendió que "si estás luchando por la Liberación de la Mujer o ... la Liberación Negra, estás luchando contra los mismos enemigos". Su objetivo final era que las organizaciones y los activistas se enfocaran en derrotar lo que ella argumentaba que era el verdadero opresor: "el genocida sexista racista". establecimiento."
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2019.07.03 01:08 Severianes Martes de... literatura en República Argentina: Libertario era Heinlein, vos sos un pelotudo

Libertario era Heinlein, vos sos un pelotudo

Robert A. Heinlein fue un escritor genial, muy injustamente juzgado por la crítica, fuera del fandom de la ciencia ficción. Tildado de fascista, de anarquista, de hippie, de libertario, en realidad Heinlein era heinleiniano.
Escribió infinidad de novelas y cuentos que podrían clasificarse dentro de la ciencia ficción dura, transformándose en uno de los Grandes Maestros del género, junto a Isaac Asimov y Arthur C. Clarke.
Su novela ideológicamente más chocante es Farnham freehold (Los dominios de Farnham). El protagonista, un americano anticomunista y cristiano, es proyectado varios siglos hacia el futuro por una explosión nuclear, para encontrarse en una sociedad esclavista, racista y antropofágica. El truco es que los esclavos son los supervivientes blancos de un holocausto nuclear, mientras que los esclavistas son los africanos negros que no participaron de la guerra. Estos esclavistas castran a los hombres blancos, se acuestan con sus mujeres, y se comen a sus niños.
Como la novela está narrada acríticamente desde la mirada de su protagonista Farnham, es fácil tildarla de ultraderechista. Solo que no lo es. En una brillante estrategia de provocación intelectual, Heinlein crea un personaje con quien sus lectores americanos de clase media se identifican fácilmente, y luego lo pone en una situación de la que nunca se imaginaron protagonistas.
Otra novela destacable es The moon is a harsh mistress (La luna es una cruel amante). Narra la guerra de independencia de la Luna, poblada por colonias penales donde los países terrestres destierran permanentemente a los delincuentes y a su descendencia. Escrita desde la perspectiva del rebelde, la novela es una descripción minuciosa del arte de la insurrección.
Organización de células subversivas, manejo de la información, política revolucionaria, estrategia de guerrillas. Todo en un escenario de Ciencia Ficción de los 50's, con una atmósfera muy heinleiniana que incluye la liberalidad sexual, y las formas familiares alternativas. Una Luna-cárcel poblada por una mayoría masculina tuvo que inventar formas extrañas de matrimonio, para que la tensión sexual no causara violencia entre los hombres ni cohartara la libertad de las mujeres.
Una novela inolvidable es, claro, Starship troopers (Tropas del espacio). El militarismo de la novela le valió a Heinlein el mote de fascista por muchos críticos cortos de entendederas. En un mundo donde el derecho a la ciudadanía y al voto se obtiene solamente yendo a la guerra, la historia narra una guerra destructiva contra un enemigo incomprensible. Todo desde la mirada de un soldado... ¡argentino! ¡y apellidado "Rico"!
Lo interesante es que, ya en los 60's cuando se publicó la novela, el mundo había olvidado que apenas 50 años antes, el servicio militar era la condición sobre cualquier hombre para obtener el derecho al voto. Condición que sólo desapareció con la masificación del voto femenino.
También es recomendable Time enough for love (Tiempo para amar). La historia de Lazarus Long, un hombre extremadamente longevo, fruto de un programa de cría selectiva de seres humanos.
~
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2019.07.03 01:06 Severianes Martes de literatura en República Argentina: Libertario era Heinlein, vos sos un pelotudo

Libertario era Heinlein, vos sos un pelotudo

Robert A. Heinlein fue un escritor genial, muy injustamente juzgado por la crítica, fuera del fandom de la ciencia ficción. Tildado de fascista, de anarquista, de hippie, de libertario, en realidad Heinlein era heinleiniano.
Escribió infinidad de novelas y cuentos que podrían clasificarse dentro de la ciencia ficción dura, transformándose en uno de los Grandes Maestros del género, junto a Isaac Asimov y Arthur C. Clarke.
Su novela ideológicamente más chocante es Farnham freehold (Los dominios de Farnham). El protagonista, un americano anticomunista y cristiano, es proyectado varios siglos hacia el futuro por una explosión nuclear, para encontrarse en una sociedad esclavista, racista y antropofágica. El truco es que los esclavos son los supervivientes blancos de un holocausto nuclear, mientras que los esclavistas son los africanos negros que no participaron de la guerra. Estos esclavistas castran a los hombres blancos, se acuestan con sus mujeres, y se comen a sus niños.
Como la novela está narrada acríticamente desde la mirada de su protagonista Farnham, es fácil tildarla de ultraderechista. Solo que no lo es. En una brillante estrategia de provocación intelectual, Heinlein crea un personaje con quien sus lectores americanos de clase media se identifican fácilmente, y luego lo pone en una situación de la que nunca se imaginaron protagonistas.
Otra novela destacable es The moon is a harsh mistress (La luna es una cruel amante). Narra la guerra de independencia de la Luna, poblada por colonias penales donde los países terrestres destierran permanentemente a los delincuentes y a su descendencia. Escrita desde la perspectiva del rebelde, la novela es una descripción minuciosa del arte de la insurrección.
Organización de células subversivas, manejo de la información, política revolucionaria, estrategia de guerrillas. Todo en un escenario de Ciencia Ficción de los 50's, con una atmósfera muy heinleiniana que incluye la liberalidad sexual, y las formas familiares alternativas. Una Luna-cárcel poblada por una mayoría masculina tuvo que inventar formas extrañas de matrimonio, para que la tensión sexual no causara violencia entre los hombres ni cohartara la libertad de las mujeres.
Una novela inolvidable es, claro, Starship troopers (Tropas del espacio). El militarismo de la novela le valió a Heinlein el mote de fascista por muchos críticos cortos de entendederas. En un mundo donde el derecho a la ciudadanía y al voto se obtiene solamente yendo a la guerra, la historia narra una guerra destructiva contra un enemigo incomprensible. Todo desde la mirada de un soldado... ¡argentino! ¡y apellidado "Rico"!
Lo interesante es que, ya en los 60's cuando se publicó la novela, el mundo había olvidado que apenas 50 años antes, el servicio militar era la condición sobre cualquier hombre para obtener el derecho al voto. Condición que sólo desapareció con la masificación del voto femenino.
También es recomendable Time enough for love (Tiempo para amar). La historia de Lazarus Long, un hombre extremadamente longevo, fruto de un programa de cría selectiva de seres humanos.
La novela cuenta la historia de su anciano protagonista, pero es básicamente una excusa para elucubrar sobre la libertad, la política, la felicidad, la sexualidad, en monólogos y diálogos que mantiene Long mientras se somete a un tratamiento de rejuvenecimiento.
Y claro, la novela de Heinlein, que hubiera justificado su carrera de escritor incluso si sus otras obras no fueran geniales, es Stranger in a strange land (Forastero en tierra extraña). La historia de Valentine Michael Smith, huérfano terrestre criado por marcianos.
Mike es el hijo bastardo de dos astronautas muertos durante la primera expedición a Marte. Criado por una raza aliena que consideró una necesidad artística la destrucción de un planeta entero, y cuyos individuos se describen como algo similar a un portaaviones. Llega a la Tierra para verse convertido en el hombre más rico del mundo, presa deseada de políticos ambiciosos y predicadores televisivos. Rescatado por un escritor anciano libertario y hippie, y su corte de colaboradores, amigos y secretarias adolescentes.
Stranger in a strange land es una novela icónica de los 60's, y una de las mejores representaciones de la ideología libertaria e individualista de Heinlein. Si vas a leer una sola de las novelas que te recomiendo acá, que sea ésta. Te van a dar ganas de leer las otras.
Cuentos de Heinlein hay miles, no terminaría nunca. Lean All you zombies (Todos vosotros zombis), o vean la excelente película Predestination. Y lean también El hombre que vendió la Luna si quieren ver al capitalismo emprendedor desde una óptica positiva.
Cierro con lo siguiente: en su hermosa saga de Los ocho mundos, el escritor americano John Varley imagina una logia de heinlenianos, de ideas individualistas, humanistas, y libertarias, que se concentran en ignorar cualquier ley humana que no les guste con el único objetivo de llegar a las estrellas. Yo quisiera pertenecer a ella.
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2017.07.01 23:15 topoeta Un clasico

Tilingos
Por Arturo Jauretche
CONFIRMADO me propuso este tema. Pensé entonces que era la oportunidad para ofrecer una respuesta, entre las muchas que pueden articularse, a un interrogante que plantea José Luis de Imaz en Los que mandan; "¿Por qué, no obstante su peso económico, su rol en la modernización, y haber sido innovadores tecnológicos, los empresarios no pesan en la vida del país?".
O pesan al revés. Este es el caso de ciertos tipos de grupos económicos capitalistas, adscriptos a la política de la Sociedad Rural, ya consolidados dentro del viejo sistema agro-importador, que prefieren un mercado interno pobre en condiciones de monopolio a un mercado en crecimiento en condiciones de competencia, como los que apoyaron la política de contención del progreso en las Juntas Reguladoras de la Década Infame. Sólo que éstos sí saben lo que quieren.
Pero no voy a hablar de economía, sino del tema propuesto; de la forma en que la tilinguería impone sus pautas, y cómo ellas están perturbando el desarrollo de la inteligencia nacional y sus impulsos creadores.
Y ésta es cosa de que debe tomar cuenta también el político militante, si es que no sabe que el comité ha muerto definitivamente. Porque los estados de opinión, entre los cuales tiene importancia fundamental el slogan que surge de la cuestión de los status, pesan mucho más que una recluta que sólo vale para las elecciones internas.
En el Espasa Calpe se lee tilingo: "Argentinismo: Insustancial, ligero, que habla muchas tonterías". Segovia, en su Diccionario de Argentinismo", expresa: "Dícese de la persona simple y ligera que suele hablar muchas tonterías".
Los paisanos, de un tipo así, dicen; "Hombre sin fundamento".
Don Hipólito -desde luego, Yrigoyen es el Hipólito por antonomasia- decía "palangana". Supongo a esta expresión tradicional y fundada en la poca cosa y mucho ruido de la enlosada al caer retumbante.
Usted lo conoce al tilingo. Y si no lo conoce, ahí lo tiene al lado, en esta mesa de un café céntrico donde se han sentado cuatro o cinco tipos con portafolios. Algún día habrá que escribir la historia del hombre del portafolio. Hubo la etapa de la posguerra con los "ingenieri" italianos recién llegados que escondían bajo el cuero -con una sugestión de planos y patentes de invención- el sandwich de milanesa del almuerzo. Ahora es posible que el portafolio contenga la cuarenta y cinco persuasiva, o la concluyente tartamuda portátil.
Pero esos que están en la mesa de al lado sólo llevan allí sueños, proyectos, hipotéticas transacciones. Andan a la búsqueda de enganchar algo, intermediar en alguna operación cualquiera para ganar una comisión, y muchas veces intermediando entre intermediarios. Generalmente se ayudan con el teléfono de un amigo que tiene escritorio y al que han pedido permiso para que les "dejen dicho". Ese teléfono, la mesa del café y el portafolio constituyen su establecimiento comercial.
Mientras llega "el asunto*', hablan de fútbol, de carreras, de política, de economía.
Cuando tocan estos dos temas últimos, nunca faltará quien diga: "Lo que pasa es que los obreros no producen". Ahí está el tilingo. No se le ha ocurrido averiguar qué es lo que él produce y qué producen todos ellos, puntas sueltas, mallas erradas en la enorme red de intermediación que es Buenos Aires.
Que un tipo que no produce diga, en una reunión de tipos que no producen, que no producen los únicos que producen algo, es tilinguería. En esto de producir, tenemos muchos productores rurales por el estilo que creen que la condición de productor la da la propiedad de una estancia, unos breeches y unas botas de polo, que viven en la ciudad -"porque mi señora dice que hay que educar a los chicos"- y dan una vuelta por el campo cada quince días. Productores rurales son los que trabajan y producen en el campo, que pueden ser patrones o peones, pero no los que no intervienen en la producción sino como propietarios, y que son rentistas aunque no arrienden. Estos también son de los que dicen que los "obreros" no producen. Y ya no desde la posición marginal del tipo del portafolio, sino empinándose como "fuerza viva" sobre la que descansa la economía del país.
Inevitablemente, éstos y otros representantes de la tilinguería son los que, ante la menor dificultad, califican al país: "Este país . de m...", colocándose fuera del mistao a los efectos de la adjetivación. Y la verdad es que el país lo único que tiene de eso son ellos: los tilingos.
El racismo es otra forma frecuente de la tilinguería.
La tilinguería racista no es de ahora y tiene la tradición histórica de todo el liberalismo. Su padre más conocido es Sarmiento, y ese racismo está contenido implícitamente en el pueril dilema de "civilización y barbarie". Todo lo respetable es del Norte de Europa, y lo intolerable, español o americano, mayormente si mestizo. De allí la imagen del mundo distribuido por la enseñanza y todos los medios de formación de la inteligencia que han manejado la superestructura cultural del país.
Recuerdo que cuando cayó Frondizi, uno de esos tilingos racistas me dijo, en medio de su euforia: -¡Por fin cayó el italiano! Se quedó un poco perplejo cuando yo le contesté: -¡Sí!, lo volteó Poggi.
Muchos estábamos enfrentados a Frondizi; pero es bueno que no nos confundan con estos otros que al margen de la realidad argentina, tan italiana en el presidente como en el general que lo volteó, sólo se guiaban por los esquemas de su tilinguería.
Ernesto Sábato, con buen humor, pero tal vez respirando por la herida, ha dicho en Sobre héroes y tumbas más o menos lo siguiente: "Más vale descender de un chanchero de Bayona llamado Vignau, que de un profesor de filosofía napolitano". La cita me chocó en mi trasfondo tilingo (fui a la misma escuela y leí la misma literatura) porque tengo una abuela bearnesa también Vignau, tal vez más que por lo de Bayona, por lo de chanchero (vuelvo a recordar que fui a la misma escuela, etcétera).
La verdad que ni el presidente ni el general son italianos. Simplemente son argentinos de esta Argentina real que los liberales apuraron cortando las raíces.
Pero la idea liberal o sarmientina no era ésa. Ella tenía, y tiene, una escala de valores raciales que se identifican por los apellidos cuando son extranjeros. Arriba están los nórdicos -con escandinavos, anglosajones y germánicos-; después siguen los franceses; y después los bearneses y los vascos; más abajo los españoles y los italianos, y al último, muy lejos, los turcos y los judíos. Cuando yo era chiquilín nunca oí nombrar a un inglés -que generalmente era irlandés, pero la diferencia era muy sutil para entonces- sin decir "Don", aunque estuviera "mamao hasta las patas". El francés, a veces, ligaba el Don; y en ocasiones, el vasco. Jamás el español, que era "gallego de...", lo mismo que el italiano "gringo de...". ¡Para qué hablar del turco y del ruso.'
En La condición del extranjero en América, Sarmiento parece revisar sus tesis sobre la inmigración. Pero no nos engañemos: se sintió defraudado por la misma porque vino del Mediodía de Europa. El hubiera querido una inmigración de arquetipos, y los arquetipos son los que estaban en lo alto de su escalera antiamericana y antiespañola.
Afortunadamente fracasó, y eso es lo que nos ha salvado como nación. En algún lugar he recordado las palabras de Hornero Manzi cuando me dijo: -Lo que nos ha salvado es la actitud del italiano y el turco, que en lugar de proponerse como arquetipos, propusieron como tal al gaucho; así, en el ridículo del cocoliche se nacionalizaron en lugar de desnacionalizarnos. Sólo falta imaginar lo que hubiera ocurrido si las pampas y las aldeas se hubieran poblado de los ejemplares arquetipos deseados por ese racismo, con la actitud de obsecuencia de las generaciones liberales para todo lo foráneo.
Ya se ha dicho que esa tilinguería racista viene de lejos.
Pero se acentúa cuando se producen cambios sociales. Entonces, la tilinguería se exacerba en una peyorativa actitud racista. Pasó con el acceso al poder del radicalismo. Los tilingos de entonces cargaron el acento sobre los apellidos italianos de la nueva promoción política suscitada con el ascenso de la clase media: la pequeña burguesía inmigratoria y los doctores de primera napa nacional.
La oposición conservadora adoptó un aire peyorativo que se tradujo en toda una literatura política, que fue del periódico -La Mañana y La Fronda, sucesivamente, fueron sus expresiones más calificadas- hasta el discurso parlamentario. Se jugaba, por ejemplo, con la equívoca significación de algunos apellidos; así, la triple fórmula Coulom-Coulin-Culacciatti, que integraba, con la igual finalidad peyorativa hacia los criollos desconocidos, don Julio del C. Moreno -un personaje riojano- completaba el ridículo en la imagen anal. Hasta cuando el apellido era patricio se lo modificaba para ponerlo a tono: así, padeciendo Yrigoyen de un posible mal de las vías urinarias, el doctor Meabe, su médico de cabecera, se convertía en el doctor Meabene para adecuarlo a la cita siguiente que era la de un correligionario de la 3a Don Plácido Meo.
En realidad, para los que lo escribían no se trataba de otra cosa que de un recurso humorístico. Pero para el tilingo de entonces el fundamento más real, el que más invocaba, el que más jugaba, era ese de los "gringos", Y lo de "gringos" sólo jugaba para los descendientes de inmigrantes provenientes del Mediodía de Europa. No para los otros.
Pasó mucha agua bajo los puentes, y vino otro movimiento multitudinario: el de 1945. Ya los gringos se habían incorporado y su presencia política no lesionaba a la tilinguería, no sé si es porque de las nuevas promociones ascendentes habían salido también promociones de tilingos. Sólo así puede explicarse que un hijo de italianos -Sammartino- haya hablado despectivamente de los "negros" al referirse al "aluvión zoológico", en una caracterización evidentemente racial y peyorativa, cuando aún estaba fresca la tinta que lo había calificado a él también peyorativamente.
Que "el gringuito" de unos pocos años atrás se sienta vieja clase frente a los descendientes de los conquistadores en la confrontación de sus apellidos no revela simplemente que "el gringuito" se ha incorporado a la tilinguería. Lo grave es que se ha frustrado como guarango. Y la guaranguería es la espontaneidad de las nuevas clases, de las promociones que irrumpen con cada ascenso de la sociedad, porque los dos grandes movimientos populares del siglo -el de 1914-16 y el de 1943-45- han sido la expresión de eso: de ascensos masivos.
No corresponde aquí desentrañar las raíces económico-sociales de los dos hechos históricos; ni siquiera la coincidencia con las dos guerras mundiales que nos aislaron de los países arquetipos en una neutralidad intolerable para los tilingos, pero que dio las bases para una consolidación propia.
Usted puede hacer un fácil test. Yo lo he hecho.
Sé que un fulano se ha gastado 15 millones de pesos en un departamento de la Avenida del Libertador. Nos encontramos y le adivino la intención de informarme de su compra, como corresponde al guarango. Pero yo quiero saber si está frustrado como tal y lo madrugo diciéndole antes de que me dé la noticia:
-Estoy muy afligido por un amigo que se ha gastado más de 10 millones en un departamento de la Avenida del Libertador... -¿Y por qué se aflige? -me pregunta inquieto. Le contesto: -Y... porque la Avenida del Libertador no es "bien"... -Pero entonces..., ¿qué es "bien"? -pregunta desesperado. -"Bien" es de la plaza San Martín hasta la Recoleta, de Santa Fe al Bajo. Y dentro de ese radio. "bien", "muy bien", el codo aristocrático de Arroyo, como dice Mallea: Juncal, Guido, Parera. . .
Le veo en la cara al hombre que está desesperado. Y entonces, lo remato: -La Avenida del Libertador es como tener un leopardo de tapicería sobre el respaldo del asiento trasero del coche.
El leopardo lo tiró a la vuelta. Del departamento no sé.
Pienso que lo hecho es una crueldad, pero la investigación "científica" es así... cruel como la vivisección.
Yo quería saber si el hombre era un burgués con toda la barba o un tímido burguesito en camino de terminar en tilingo. El que es verdaderamente burgués sigue adelante, cumple su gusto, se realiza con la arrogancia del vencedor y compra en la Avenida del Libertador, precisamente porque es caro, porque acredita su victoria y la prestigia ante los burgueses. Si quiere barrio, compra; y si quiere apellido y mujer distinguida, compra también. Podría citar casos. Pero no se achica, se disminuye; no se acomoda a los esquemas y limitaciones de los tilingos.
De aquí que mientras en Europa y en Estados Unidos un banquero o un industrial miran a un ganadero como un "juntabosta", aquí el ganadero lo mira por arriba del hombro al empresario. Y el empresario, que quiere ser "bien", se ve obligado a comprar estancia, a tener cabaña -así sea de perros-, porque sólo por la Rural, y tal vez por el Kennel Club, puede lograr ascenso social que apetece.
Lógicamente esta burguesía, desde que imita a la vieja clase, se somete a todas sus normas y, por consecuencia, también en política. Ese sometimiento y esa adhesión a las viejas clases -incongruente económicamente- no sólo se ejerce verticalmente. También horizontalmente, cuando contemplamos la geografía social del país.
Así, los titulares de los intereses vitivinícolas de Cuyo y los tabacaleros, azucareros y fruticultores del Norte, que necesitan un mercado interno de alto poder de compra -es decir, que el Litoral desarrolle una política de alto nivel de vida-, están ligados políticamente a los conservadores del Litoral, gobernados por cabañeros e invernadores cuya tendencia es producir a bajo costo en un mercado de poco poder adquisitivo para cumplir la función asignada en la división internacional del trabajo como abastecedores ultramarinos de las metrópolis.
Esta incongruencia es difícil de explicar, pero no son ajenos a ella el prestigio social del Litoral y la incapacidad burguesa de los del interior en los respectivos grupos patronales. Esta gente de Cuyo y del Norte es muchas veces portadora de apellidos españoles de abolengo arribeño, de mucho mayor cotización histórica que los abajeños del puerto. Pero queriendo asimilarse a la alta clase del puerto se han sometido a las normas políticas e ideológicas de los principales. De "bien" provincianos, quieren ser "bien" en la Capital. ¿Cómo extrañar entonces que los guarangos frustrados del Litoral se hagan tilingos, si la misma tilinguería la padecen muchos aristocráticos descendientes de la Conquista por el Perú?
La tilinguería cotiza una marca de vino, un tabaco, un pomelo, o una palta, muy por debajo de un toro lleno de medallas. Se entra muy bien en la alta sociedad llevando de la rienda al toro, pero es difícil mostrando una botella de vino por lujosa que sea la etiqueta, por más sugestiones de chateau que evoque, tanto en la presentación como en la exquisita calidad del producto.
A un cuarto de siglo de la entrada del país al capitalismo, debemos recordar que el capitalismo naciente en la Argentina fue ajeno en sus hombres al hecho histórico que lo provocaba, produciéndose la paradoja de que le correspondiese a la clase obrera abrir la etapa del desarrollo económico burgués. Más aún: la nueva burguesía sigue aún incapacitada para jugar su papel, y es precisamente porque en la medida que asciende, pierde conciencia de su propia realidad para hacer suya la imagen de importancia que le presenta el tilingo. Se queda en el "medio pelo" y, rechazando el triunfo burgués, se adecúa al remedo, a la imitación de la alta clase con la que cree tomar contacto cuando se acomoda a la imagen de alta sociedad que le brindan los declasados.
Hubo un tiempo en que los venidos a menos económica y socialmente se jactaban de ser un pequeño sector domiciliado en el "Palacio de los Patos" de la calle Ugarteche. Ahora se han multiplicado. desde detrás de la Recoleta hasta San Fernando, a lo largo de las vías del Central Argentino. (Lo designo así porque la nueva nominación ferroviaria es completamente tilinga, aunque la hayan hecho los guarangos, lo que prueba que, en esta materia, todos tenemos tejado de vidrio.)
Landrú ha identificado perfectamente los personajes describiendo en el "gordi" y el "mersa" la oposición tilinguería-guaranguería. El botellero próspero, con su Valiant resplandeciente, es feliz echándole soda al vino de marca, ocupando las mesas de los restaurantes caros, hablando fuerte de lo que dijo-"su señora", mientras "cena".
Está en el camino de constituir una burguesía. Todavía no tiene conciencia de que constituye un sector de la sociedad correspondiente a una etapa de la economía, y no ha alcanzado a comprender la correspondencia de sus intereses personales con los intereses de su grupo. Hijo de sus aptitudes capitalistas -aunque muchas veces también más de la inflación que de su capacidad, o de equívocas actividades comerciales-, está en el camino de constituir una burguesía. Pero en el momento de definirse como burgués y adquirir la psicología correspondiente, nota el contraste de sus gustos y normas con lo que es "bien".
Desde que se ha mudado al barrio Norte, desde Gerli o Quilmes, y la "señora" ha olvidado la batea deslumbrada por la máquina de lavar, ha hecho nuevos contactos que le dan la idea de una meta social que tiene que alcanzar. Comienza él también a añorar la época en que "el servicio daba gusto" y en que el obrero -el "negro"- se mantenía "donde debe estar". Olvida de inmediato que es precisamente ese cambio el padre de su prosperidad y de su posibilidad de acceso a niveles más altos. Más aún. que el mantenimiento de ese cambio y su profundización es su única garantía. Quiere dejar de ser "mersa" y sólo logra ser "gordi". E inmediatamente tiene el complejo político del "gordi", a quien comienza a imitar.
Y comienza a imitar a una imitación, tomando por modelo las malas copias. Porque la tilinguería constituida por las "gordis" no es ni remotamente la alta clase a la que cree aproximarse.
Desde la época en que los declasados se refugiaban en la calle Ugarteche, todo el "Norte" liminar se ha llenado de falsos declasados. Se ha constituido un sector social entero que vive en la convención de que "todo tiempo pasado fue mejor" en aquella "Jauja" retrospectiva -"cuando la tía Leonor tenía Lando"-; de miles de familias que se aterran al recuerdo de un ascendiente que figuró algo en la segunda y la tercera línea de los amanuenses de la oligarquía, Descendientes de militares -un oficio generalmente despreciado por la alta clase-, de secretarios de juzgados, directores de oficinas, bancarios pueblerinos y hasta de conscriptos de Curu-malal, se han construido imaginativamente un pasado señoril que tratan de revivir en una vida forzada que absorbe casi todos sus recursos en gastos de representación.
Revista Confirmado
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2016.09.24 18:37 Paralelo30 O maluco solitário e o Ministério Público (Sobre Deltan Dallagnol) - Maria Cristina Fernandes (Valor, 23/09)

Derek Sivers é um músico californiano de 47 anos radicado em Cingapura. Fez fortuna com uma empresa de transação on-line de CDs que depois se tornaria uma das maiores vendedoras de música independente do mundo. Em 1º de abril de 2010, a plataforma digital de palestras TED colocou no ar um vídeo de três minutos intitulado "Como Iniciar um Movimento". Nele, Sivers mostra um rapaz de dorso nu dançando freneticamente numa montanha. Uma pessoa se levanta e passa a imitá-lo. Logo todos os jovens que o assistiam se levantam e passam a fazer o mesmo. "É o seguidor que transforma o solitário em um líder. É preciso ter coragem e não ter medo de ser ridicularizado", diz Sivers.
O vídeo teve 5,6 milhões de visualizações. Uma delas partiu de Deltan Martinazzo Dallagnol, que resolveu incorporá-lo às palestras que promove em defesa das dez medidas anticorrupção. Em fevereiro deste ano, num encontro com lideranças reunidas pela Primeira Igreja Batista de Curitiba, o procurador do Ministério Público Federal exibiu o vídeo. Ao final, dirigiu-se à sua plateia com a recomendação: "Quando encontrar um maluco solitário com uma boa causa tenha a coragem de segui-lo".
O procurador de 36 anos foi, na semana passada, a estrela da denúncia contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O terno azul-escuro, os óculos de aros pretos, a dicção que não deixa escapar uma única sílaba e o uso preciso do subjuntivo não sugerem disfunção psíquica.
A presença de todos os 12 procuradores que, sob sua coordenação, compõem a força-tarefa da Lava-Jato e a anuência do juiz da 13ª Vara Federal de Curitiba, Sérgio Moro, também não autorizam a interpretação de que esteja sozinho. Durante a apresentação da denúncia, no entanto, o procurador abusou dos recursos que lançou mão para criar o movimento das dez medidas anticorrupção.
A apresentação de 1h04 foi pautada pela mesma oratória usada por Dallagnol nas mais de 150 palestras que já fez país afora desde o lançamento da campanha pela subscrição e aprovação das medidas que empoderam o Ministério Público no combate à corrupção. A retórica da persuasão do procurador parte da repetição de construções de fácil compreensão. A mais recorrente, na apresentação da denúncia foi a de que o país estava diante de uma "propinocracia, governo gerido pela propina" que, segundo o procurador, tem uma dimensão "gigantesca, maior do que muito grande".
Seu uso como arma de retórica fica evidente na comparação entre a fala e a denúncia impressa. A construção aparece 12 vezes na apresentação do procurador, mas não está registrada na acusação levada a Moro.
A retórica de Dallagnol ainda lança mão de figuras de linguagem para nominar o ex-presidente que não foram incorporadas ao texto impresso. O procurador referiu-se a Lula dez vezes como comandante de esquema criminoso, sempre acompanhado dos adjetivos "máximo", "real", "supremo". A ocorrência do termo "comandante" no documento, além de reduzida à metade, nunca é adjetivada.
Dallagnol ainda chama Lula de "maestro" e "general". Nenhuma das denominações aparece na denúncia formal. Nela, o ex-presidente surge com mais frequência como "chefe do Poder Executivo" ou "ocupante do cargo público mais elevado".
A descrição da organização criminosa no documento, que ocupa mais da metade de suas 149 páginas, é tão farta quanto na apresentação. A acusação não está no escopo das atribuições da força-tarefa, mas, sim, da Procuradoria-Geral da República, em Brasília. Sob a alçada de Curitiba estão o crime de corrupção e lavagem de dinheiro. Procuradores em Brasília avaliam que os 13 procuradores da força-tarefa poderiam ter cumprido melhor sua tarefa se tivessem se limitado aos crimes atinentes. A inclusão do crime organizado no documento e, principalmente, na fala do procurador, no entanto, compõe a narrativa do movimento do qual o procurador natural da Lava-Jato é o principal porta-voz: o projeto, em tramitação no Congresso, das dez medidas anticorrupção.
O foco na organização criminosa é sustentado pelas construções da persuasiva retórica do procurador. Dallagnol sustentou em sua fala que o ex-presidente era comandante de uma organização destinada a prover "governabilidade corrompida, perpetuação criminosa no poder e enriquecimento ilícito". Os três objetivos com os quais Lula teria assumido a Presidência da República foram repetidos nove vezes pelo procurador.
As manifestações dos integrantes do Ministério Público não estão submetidas ao mesmo cerceamento imposto a juízes, cumprido com habilidade por Sérgio Moro, que se vale dos autos e dos offs, mas não concede entrevistas. Sem o mesmo freio, o procurador não apenas tem farta presença no noticiário como é ativo usuário das redes sociais.
Nascido em Pato Branco, skatista e surfista na juventude, Dallagnol é filho de um promotor de Justiça. Entrou no Ministério Público aos 22 anos. No Twitter, apresenta-se como "seguidor de Jesus, marido e pai apaixonado, procurador da República por vocação (hoje coordenando o MPF na #LavaJato em Curitiba) e mestre em direito por Harvard".
Nos últimos dois meses, Luís Roberto Barroso (STF) e Laurita Vaz (STJ) são os únicos ministros de tribunais superiores citados nos tuítes do procurador. Barroso, pela defesa do MP quando a instituição foi atacada pelo colega de tribunal, Gilmar Mendes, e Laurita, pela frase: "A corrupção tira comida dos pratos das famílias e crianças dos bancos das escolas". Em suas postagens no Facebook, inclui mais um ministro. Quando Luiz Fachin foi indicado para o Supremo, Dallagnol compartilhou um perfil simpático ao ex-professor da Universidade Federal do Paraná, onde graduou-se.
A mulher do procurador, a farmacêutica Fernanda Dallagnol, usa sua página para compartilhar entrevistas, artigos do marido e vídeo da musa da Lava-Jato, a jornalista Joice Hasselman, além de curtir postagens do marido sobre cuidados com crianças. O casal tem dois filhos pequenos. Em entrevistas e palestras, Dallagnol não se furta a comentar sobre a privação de convivência maior com as crianças como preço a pagar pela missão na Lava-Jato.
Os tão criticados slides em powerpoint da denúncia contra Lula são muito pouco criativos quando comparados às ilustrações das palestras do procurador. Naquela dirigida a lideranças da Igreja Batista em Curitiba, depois de mostrar foto em que aparece adolescente de cabelos encaracolados "vocacionado na busca da justiça", Dallagnol exibe slide em que um par de sapatinhos de bebê aparece sobre a barriga de uma grávida. Dizia assim que a Lava-Jato havia chegado em sua vida junto com o primeiro filho.
Com um raro domínio de cena, o procurador busca empatia com humor. Diz, por exemplo, que a Lava-Jato tem tantas fases quanto o "Candy Crush Saga", sucesso do mercado de jogos eletrônicos. Em entrevista a Jô Soares chegou a relatar o dia em que pensou ter mandado mensagem de WhatsApp para seu médico, Paulo Roberto Costa Claro, descrevendo sintomas de uma infecção intestinal. Só se deu conta do engano ao receber resposta educada de seu investigado, o homônimo ex-diretor da Petrobras, que lamentava não ter formação em medicina para ajudá-lo. "Ainda bem que não mandei foto", acrescentou, arrancando risos.
Tem abordagens específicas para cada palestra, mas sempre lança mão de pelo menos três máximas - "Precisamos deixar de ser vítimas do passado para sermos senhores do nosso destino", "a saída para o Brasil não é aeroporto", "a corrupção não é um problema do partido A ou do partido B" - e arruma um jeito de encaixar uma citação de Martin Luther King. Tem uma coleção de frases do líder negro americano, sempre lembrado como pastor batista, que remetem à realização de sonhos por quem os persegue.
Depois que a plateia, com humor e emoção, está em suas mãos, Dallagnol passa à fase mais substantiva de suas intervenções. O coordenador da Lava-Jato tem uma interpretação culturalista da história. Acha que foi a colonização portuguesa quem legou a corrupção à terra natal. "Quem veio de Portugal para o Brasil foram degredados, criminosos. Quem foi para os Estados Unidos foram pessoas religiosas, cristãs, que buscavam realizar seus sonhos, era um outro perfil de colono".
O espírito cristão dos colonizadores americanos não os impediu de dizimar a população nativa, colecionar genocídios em sua política externa e conviver com o pesadelo de uma Casa Branca ocupada por Donald Trump. Mas o ex-estudante de Harvard só trouxe admiração pelas instituições americanas. O mesmo fascínio alimenta em muitos de seus compatriotas a ilusão de que o Brasil seria uma grande Amsterdã se os holandeses não tivessem sido expulsos. Não cogitam o Brasil como uma versão ampliada da África do Sul.
O coordenador da Lava-Jato, em sua pregação anticorrupção, trata de tranquilizar suas plateias de que a saída não passa por engajamento partidário, mas pela cidadania a ser exercida com a adesão às dez medidas. Cita investimentos em saúde e educação que poderiam ser feitos sem o dreno da corrupção e mostra slide de uma família emagrecida sentada à mesa vazia. A imagem se assemelha àquelas que o PT, sigla a que sempre se refere por extenso, exibiu na propaganda eleitoral em 2014.
Num esforço de quem parece buscar a linguagem de seus interlocutores, Dallagnol ilustra a janela histórica de mudança que se abre no país. "Quando você vai a Miami ou ao Paraguai pensa: não gastaria isso que estou gastando, mas é uma questão de oportunidade. Pois hoje vivemos esta oportunidade. Podemos contar com você?". Pede que levante as mãos quem o apoia. Nem precisou dançar freneticamente. Saca o celular e faz a foto do mar de mãos que surgem à sua frente. Maria Cristina Fernandes, jornalista do Valor, escreve neste espaço quinzenalmente
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